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Nós falamos com vários top consultores para eles revelarem dicas de como abrir uma franquia, e quais os cuidados que o investidor deve tomar na hora da escolha.
Possuir espírito empreendedor é uma característica fundamental de quem planeja ou pensa abrir uma franquia, bem como em qualquer outra atividade pertinente à rotina de patrão.
Afinal, apesar do formato de negócio já ser testado no mercado, toda a operação vai depender da gestão do franqueado, que será também responsável por ao menos 50% dos resultados da unidade adquirida.
À rede, cabe a disponibilização do suporte, treinamento e comunicação da marca com o público.
O ideal é que você tenha afinidade com o negócio e que ele seja lucrativo.
Não adianta ter um sem o outro.
Eu iria atrás de um segmento que é lucrativo, mas você tem que avaliar se tem afinidade ele.
Do contrário, você vai acabar não se dedicando o suficiente, o que significa que o negócio correrá grande risco de fracassar.
Mais do que isso, entre optar pela franquia A ou B, analise a franqueadora.
Pode ter mais de uma para uma determinada marca.
Avalie se ela é de sucesso, o nível de suporte que ela oferece e, mais uma vez, a satisfação dos franqueados.
É importante também identificar se a franqueadora possui um bom programa de capacitação para iniciantes.
Para investir com mais segurança, procure avaliar também o número de unidades daquela rede, e se esse número está crescendo ou diminuindo.
A marca está em expansão ou está estagnada?
Se ela vive um momento de retração, qual o motivo disso?
Ela está se restruturando?
Outro ponto chave é analisar o número de unidades que fecharam nos últimos meses e o motivo delas terem fechado.
Em relação ao suporte, qual o tipo de apoio que a rede oferece?
O apoio é constante?
Quantos consultores de campo para cada franquia?
Existe uma consultoria diferente para franqueados novos ou antigos?
Todos esses fatores determinarão um caminho para você seguir.
O perfil de candidato que possui todo o investimento necessário e que, além deste ponto que é mandatório, tem um perfil comportamental de execução de processos.
Que está disposto a seguir as regras da franqueadora, que tem iniciativa para gerar negócios.
Que é protagonista e assume as responsabilidades de um franqueado, que possui um bom relacionamento de negócios na comunidade onde estará a unidade
E, por fim, que está disposto a construir uma história de sucesso com a marca que escolheu.
Um tipo de perfil que pode não ser interessante para uma parte das franqueadoras é o perfil de investidor puro, ou seja, aquele empresário que apenas vai “prover o capital”, mas que não vai se envolver no negócio.
Nestes casos, é preciso que este candidato tenha um sócio que será o “operador” do negócio, sendo que a franqueadora vai focar neste sócio operador para fazer todo o processo de seleção, bem como todo o processo de relacionamento após o fechamento do negócio.
Definitivamente sim!
No franchising, não existe esta troca de dados entre as redes de franquias, até porque o que é bom para uma rede pode não ser para outra.
Não é porque você não possuía o perfil para trabalhar com uma marca, que não tenha o perfil para trabalhar com outra, mesmo que sejam de segmentos em comum.
Estes tipos de negativas podem ter os mais diversos fatores: falta de capital é o mais comum.
Outro bastante observado é a escolha do ponto comercial.
Muitas vezes o franqueado quer escolher um ponto e ele já está ocupado.
A escolha do perfil por parte das franqueadoras pode variar, mas geralmente elas traçam um perfil único com base em franqueados de sucesso da rede.
Com esse perfil em mãos, elas analisam os possíveis candidatos a franqueado, que mesmo tendo seu perfil aceito nesta primeira fase, terá de ser aprovado pelo comitê de aprovação da marca.
Tudo depende de cada franqueadora e o processo de cada uma.
Alguns fatores que podem influenciar e muito no tempo desde a negociação e abertura efetiva do negócio:
Com tantos fatores, é importante que haja um planejamento claro e acompanhamento de cada etapa.
Algumas franqueadoras possuem esse processo muito bem estruturado.
Inclusive, fazem uso da tecnologia como aliada nesse processo de acompanhamento e ajustes no cronograma de abertura de uma unidade.
Vejo muitos candidatos que acreditam que o modelo de franchising não possui riscos e que é sinônimo de sucesso.
De fato, o sistema é mais confiável, pois são negócios já testados. Porém, não é tão simples quanto parece.
Um dos exemplos de erros mais cometidos por quem entra de cabeça no mundo das franquias é aquele cara que adquire uma franquia para solucionar um problema de vida pessoal.
As vezes ele vem de um luto inesperado ou os filhos que cresceram e já tem suas vidas, então a pessoa quer algo para se ocupar.
Tem aqueles também que, mesmo em pleno 2017, possuem um velho pensamento de comprar uma franquia para a mulher (esposa, amante, crush, etc) tocar e ter o que fazer ou se ocupar de alguma forma.
Outro erro bastante comum é a falta de informação e de clareza na hora de fechar o negócio.
As vezes o candidato tem o perfil de consumidor daquela loja e acha que possui todas as informações da rede, mas não conhece os bastidores e como funciona, de fato, a operação da franquia.
Esse também é o tipo de perfil que não conhece o lado empreendedor e o trabalho que dá ser um (micro ou pequeno) empresário.
Resumindo, não compre uma franquia se você estiver pensando em como solucionar um problema pessoal com ela.
Para isso, é importante realizar uma análise emocional antes de fechar negócio.
Sempre oriento o candidato a seguir dez regrinhas básicas:
Agora que muitas das suas dúvidas foram esclarecidas com as melhores dicas de como abrir uma franquia.
Veja uma seleção de opções de franquias que separamos para você conhecer:
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