Cacau Noir: tradição centenária em chocolate 
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Cacau Noir: tradição centenária em chocolate 

17/06/2022

  • Sob comando de jovem empreendedora, a marca carrega cinco gerações de história no mercado de chocolate.
  • Representante relevante no cenário bean to bar, inicia plano de expansão para todo o Brasil 

A Cacau Noir – chocolate brasileiro bean to bar – é sinônimo de história. A empresa comandada por Carolina Neugebauer, representa a quinta geração da família no mercado de chocolates no país.  Com foco no consumidor final, a companhia vem traçando uma jornada de sucesso com 17  lojas próprias entre São Paulo e Rio de Janeiro e 1 franquia no Paraná e 2 Mato Grosso. O próximo desafio é colocar em prática um modelo de franquias que tem como meta 200 pontos de venda até 2024 em âmbito nacional. “Temos um projeto de democratizar o acesso ao chocolate brasileiro de qualidade e atingir os pontos mais populares. Na Cacau Noir é possível encontrar um Bombom Bola de 9gr por R$ 1,25 ou uma caixa com 30 macarons por R$ 162″, diz Carolina. 

Na fábrica, localizada em São Paulo, são produzidas em média 40 toneladas de chocolate/mês – com capacidade para 600 toneladas/mês – que resultam em linha de produção com aproximadamente 100 produtos diferentes. No portfólio da rede é possível encontrar chocolates frescos e embalados.  Entre os destaques estão os ganaches oferecidos individualmente por R$3,40 ou em caixas de 4 a 36 bombons sortidos, em opções como hortelã, capuccino e pimenta. As barras de chocolate (90 g) têm versões 35%, 63%, 70% e 80% cacau e também podem ser pedidas no sabor frutas vermelhas. Outra boa pedida são os florentines feitos com chocolate meio amargo e crocante de  amêndoas.

Cinco gerações e a gestão atual

O tataravô de Carolina, recém chegado da Alemanha, foi responsável pela criação da Neugebauer, fábrica pioneira no Brasil, depois ao lado do pai de Carolina, ele se desfez da primeira marca e apostou na Harald, que também foi vendida anos depois. Hoje, tocando os negócios sozinha, a empresária conta com o cacau proveniente de fazenda própria, localizada em Gandu, Sul da Bahia. Para atender a alta demanda, a Cacau Noir também faz uso do fruto de origem paraense e, por ele, a companhia  paga  valor de 30 a 40% maior que a média do segmento. A iniciativa não só garante uma mão de obra de qualidade – fornecimento de cacau fino ou tipo 1 – como também assegura melhores condições de trabalho para as famílias de agricultores ligados à empresa. “Com a remuneração adicional, evitamos que as crianças trabalhem na lavoura, exigimos que estejam matriculadas nas escolas. A terra tem que ser livre de desmatamento e queimadas. Inclusive, não é permitido o uso de agroquímicos sem autorização da Legislação brasileira”, completa Carolina. 

 

Sócia majoritária desde 2018, Carolina Neugebauer, 26, é formada em administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e começou sua trajetória neste universo aos 18 anos como vendedora em uma loja de Porto Alegre. Conhecedora de ponta a ponta do processo deste varejo, a empreendedora afirma que os maiores desafios de liderança são manter uma marca sustentável e gerenciar pessoas.” Criar uma empresa inteligente e que entregue um bom produto para o cliente final, além do atendimento e fidelização, junto com a parte administrativa, mantendo uma boa comunicação entre os colaboradores, são os principais pontos de cuidados para o desenvolvimento positivo e para o nosso crescimento”, conclui.

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