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O menino que vendia pães mergulhou fundo na iGUi e hoje é franqueado


03/05/2021


A iGUi – maior fabricante e comercializadora mundial de piscinas em poliéster reforçado com fibra de vidro (PRFV) – transformou a vida de Tiago Araújo. O menino paulistano aos 8 anos foi morar com a família na região rural da pequena Cedral. Sede da iGUi, vizinha a São José do Rio Preto, interior paulista, a cidade se tornou o lar da família onde o pai do menino havia conseguido uma oportunidade de trabalho.

Aos 12 anos, ao mudar para a área urbana de Cedral, Araújo começou a trabalhar. Foi vendedor de pães, mas pensava: “’O que dá dinheiro é ser executivo’, embora não soubesse exatamente o que eles faziam. Então, eu comecei a estudar tudo o que eu achava que um executivo fazia”, conta. Nutrindo seu sonho, trabalhou em diferentes empresas como ajudante geral, até entrar na mesma função na área fiscal em um escritório contábil aos 19 anos, dedicando-se a estudar em cursos afins. “Para ter alguma formação, afinal todas as empresas como a iGUi valorizavam as competências que um funcionário pudesse ter na função”, lembra.

Já tendo concluído diversos cursos nas áreas administrativa e financeira, após ser indicado por um amigo, Araújo enviou seu currículo e foi contratado pela iGUi em 2011, como assistente geral. “Desde sempre eu me propus a estudar muito. (…) Quando cheguei na iGUi aos 22 anos, eu já tinha cursos de Contabilidade 1, 2 e 3, ‘Adm’ 1, 2 e 3, Financeiro, Contas a Pagar… Ou seja, eu estava esperando uma chance como essa”, afirma.

Sete meses depois, o jovem colaborador já estava na área financeira da franqueadora, onde permaneceu por cinco anos. Mas Filipe Sisson, CEO da iGUi, visionário, enxergou um potencial em Araújo que ele sequer imaginava ter. “Você é um executivo de expansão e eu vou te provar”, teria dito Sisson ao colaborador na época.

E assim, mergulhando um pouco mais fundo na rede de piscinas, Araújo assumiu a função e foi bem-sucedido. O sonho de ser executivo se realizava e junto com ele, novas portas e ideais se abriam. Pouco tempo depois, aspirava sonhos mais profundos, visando a ser um empresário.

Repasse, Brasília e franquia por opção

Hoje com 31 anos, graduado em Administração de Empresas, Araújo é o franqueado iGUi em Brasília desde outubro do ano passado. A loja foi adquirida em repasse por escolha do próprio ex-executivo de expansão da iGUi. “Eu sabia que a franquia que eu vim assumir tinha um excelente retrospecto. Era um repasse, onde o franqueado anterior não estava saindo por questões de mercado como falta de resultados, mas simplesmente porque se cansou após mais de uma década no ramo. Sem contar que repasses de franquia podem ser uma excelente opção, afinal, se a marca está repassando significa que acredita no negócio, logo pode ser uma grande oportunidade”, ressalta.

A unidade de Brasília, existente desde 2008, surgiu como uma grande oportunidade para Araújo. Segundo ele, além do excelente retrospecto, a franquia está localizada em uma região estratégica ao negócio: “Eu já conhecia Brasília, havia vindo para uma feira de franquias (…) e juntou tudo: uma grande chance, uma grande capital, alto IDH, uma das melhores rendas per capita do País, no geral uma grande cidade para se viver e construir uma vida. Tem qualidade de vida de cidade do interior ou até melhor”, fala o paulistano que prefere cidades menores e encontrou na capital federal seu novo lar.

Atualmente, o novo franqueado iGUi conta com cinco colaboradores – gerente, técnico, vendedor e dois instaladores –, já está contratando mais um vendedor e nos próximos meses deverá ampliar a equipe. “Já tenho parceiros que contribuem para minha loja e no geral é tudo o que eu esperava do que é uma vida empresarial. Todos os sentimentos que vim atrás, encontrei. Já tenho uma equipe bacana, uma gerente de loja, já estou contratando vendedores, então, a loja está conseguindo cumprir o seu papel perante a sociedade brasiliense, que é devolver um pouco daquilo que ela nos dá: bons clientes. A loja está fazendo aquilo que deve, aquilo que eu vejo”, avalia.

Araújo observa que enquanto estava internamente na iGUi, via a franqueadora criar projetos e fazer investimentos para serem executados pelos franqueados e que agora vê os resultados. “Grande parte do que eles propõem acontece realmente para nós na ponta e é bastante gratificante”, afirma.

Mergulhando ainda mais fundo na iGUi, Araújo conta que empreender por meio de uma franquia também foi sua escolha. “Eu já tinha essa noção antes de ser empresário, mas hoje eu não me tornaria se não fosse uma franquia”, assegura. “Eu tenho muito suporte de todos os lados. O fato de você ter um problema e ter para quem ligar, faz toda a diferença entre você fechar uma venda ou perder um cliente”, assinala.

Ainda segundo o franqueado, ter um manual é muito importante e a UniGUi (universidade corporativa criada pela franqueadora em 2019), é fantástica. Seus funcionários foram treinados virtualmente devido à Covid-19 com toda eficácia. “Eles estão superbem orientados (…). É nessa hora que você vê a importância de ter uma franquia do que investir sozinho”, completa.

“A melhor chance é o agora”

Araújo revela que há cerca de cinco anos já nutria o desejo de empreender, mas a espera por um momento econômico mais propício do País o levava sempre a adiar a concretização do sonho. “Durante alguns anos da minha vida, eu sempre esperei uma melhor situação do País, uma virada política, econômica, Copa do Mundo, Olimpíadas… E a grande verdade é que ano após ano, desde que eu me lembro, o país tem uma pequena crise aqui, e uma parada acolá. Ficamos sempre postergando esses desejos e ao mesmo tempo deixando morrer os sonhos”, observa.

O empreendedor que adquiriu seu negócio em plena pandemia, ressalta: “Vivemos esperando a melhor chance e a mensagem que eu posso passar é que a melhor chance é o agora”.

Araújo lembrou do bom desempenho da rede de piscinas na pandemia. Além de bater recordes de vendas por meses seguidos e registrar 103%  de crescimento em 2020, a iGUi integra o segmento de Casa e Construção, um dos que mais avançou nesse período. Segundo a Associação Brasileira de Franchising, a alta no faturamento foi de 25,6% no último tri do ano e de 12,8% em 2020. “Veja a iGUi na pandemia. É verdade que existem outros segmentos que não estão tendo o mesmo desempenho, mas a gente não pode desanimar. No fim, o quanto queremos, acreditamos e lutamos é o que determina o sucesso do negócio, não só o estado econômico”, defende. “Podemos nos reinventar e eu acho que é na dificuldade que crescemos”, afirma. “É triste, mas esse momento de pandemia infelizmente fechou muitas portas. Porém, ele vai passar e quando acontecer, todos que estiverem de pé viverão dias renovados no País: um novo comércio, novas ideias, novas oportunidades… São os resultados que ficam após momentos ruins como esse”, conclui.

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