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Investir ou empreender: qual é a melhor opção?

29/01/2021 | Publieditorial

empreender ou investir

Com mudanças no cenário econômico, surge a dúvida: é melhor investir ou empreender? Para uma decisão assertiva, é preciso estudar as possibilidades

O cenário econômico se transformou. Após a crise causada pelo novo Coronavírus, houve grandes mudanças – como exemplo, as taxas de juros – e, com isso, os brasileiros sentiram-se convidados a modificar o formato de investimento que seguiam até então.

Segundo dados disponibilizados pela B3, atualmente existem 3 milhões de investidores na bolsa de valores. O número cresceu significativamente nos últimos anos e representa uma maior aceitação de riscos dos brasileiros, que pode ser atribuída tanto a melhores condições para o investidor quanto a baixa de taxas, como a de juros. 

Embora a quantidade de investidores ainda seja pequena, principalmente quando comparada a outras modalidades, como a poupança, que atrai olhares de 74% dos brasileiros segundo a Investnews, pode-se atribuir as escolhas à comodidade e facilidade. 

Ainda assim, uma outra forma de investir está em constante expansão: trata-se do empreendedorismo. Segundo a GEM, Global Entrepreneurship Monitor, no ano passado o empreendedorismo potencial era de 23,3%. Entretanto, como um reflexo da pandemia, o esperado para 2020 é inédito: 25% da população adulta deve empreender até o final deste ano. 

 

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Medindo riscos

Diante dos dados fica claro que o empreendedorismo ainda é uma das modalidades favoritas de investimento dos brasileiros. Entretanto, surge o questionamento: o que pode ser feito para assegurar a abertura de um novo negócio de forma sustentável?

Considerando que a taxa de mortalidade de pequenas empresas em até dois anos é de 23%, segundo o SEBRAE, é preciso pensar com calma e estudar as opções.

Para aqueles que desejam iniciar a jornada empreendedora, as franquias apresentam-se como uma ótima alternativa. Segundo a ABF, Associação Brasileira de Franchising, apenas 3% das franquias fecharam as portas em até dois anos.

Ou seja, em comparação ao cenário anterior, já existem lados positivos. Outro ponto importante é o crescimento: ainda citando dados da ABF, no ano passado, o mercado de franquias cresceu 6,8%.

Para Lucas Romi, sócio e vice-presidente de expansão e novos negócios da Odontoclinic, uma franquia pode trazer benefícios por uma gama de fatores.

“Uma marca que já é consolidada no mercado traz mais segurança. No caso da Odontoclinic, vamos além e podemos dizer que nosso serviço de parceria se equipara a uma consultoria. Temos suporte completo, pois mapeamos todas as etapas e disponibilizamos profissionais totalmente capacitados para sanar as dúvidas desde o momento de implantação do negócio. Assim, nasce uma forte parceria que ultrapassa um simples auxílio”, acentua. 

Isso porque a Odontoclinic acompanha os franqueados desde os primeiros passos, que incluem escolha do ponto, reformas e contratação da equipe.

Depois, a atenção e parceria se mantém nos pilares de gestão, marketing e planejamento.

“Uma franquia é mais previsível e isso simplifica muitos processos. Com um desenho dos próximos passos – e até mesmo previsões de retorno do investimento – fica mais fácil tomar uma decisão e entender o que foi uma boa escolha, sempre caminhando ao lado de profissionais experientes e dedicados aos bons resultados”, finaliza Lucas.

 

Tradição

A Odontoclinic está no mercado há mais de 20 anos, sendo a primeira rede de franquias de clínicas odontológicas do Brasil. Com mais de 200 clínicas, 2550 dentistas e presente em 16 estados, a Odontoclinic tem a missão de transformar a experiência de ir ao dentista ao oferecer serviços de alta qualidade de forma acessível, conforto e segurança. Seja um franqueado, saiba mais:

 



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Por Publieditorial