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A história de mãe e filha que fizeram da depilação um negócio milionário


07/05/2020


Com investimento inicial de R$ 40 mil, Regina e Alessandra Jordão criaram o Instituto Pello Menos que faturou R$ 46 milhões em 2019

Foi pensando na rotina agitada da maioria das mulheres que a empresária Regina Jordão, na época braço direito de um médico do Rio de Janeiro que tinha uma clínica de estética em São Paulo, visualizou e estruturou um negócio de sucesso num nicho de mercado pouco explorado até então: o de depilação.

A história começou a ganhar forma em 1996, com um telefonema do marido, contando que tinha sido demitido. Regina, que já sonhava em arriscar-se no empreendedorismo, decidiu montar um instituto de depilação, de maneira bem despretensiosa em uma salinha pequena localizada em Copacabana. Era o início do instituto Pello Menos, que em 20 anos se tornaria uma das principais franquias do segmento, com mais de 50 unidades, em três estados: Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo.

Para conquistar todo esse sucesso, Regina contou desde o início com a ajuda da filha, Alessandra Jordão, que trabalhava na divulgação do negócio e empenhava-se para provar que toda mulher merece tirar um tempinho para cuidar de si mesma. “Isso foi em 1996, a loja estava começando e ainda não tínhamos muitas clientes, eu juntava as amigas e saíamos para panfletar depois da aula”, relembra Alessandra. A ideia era convidar as cariocas a experimentarem a cera que faz a mágica acontecer, uma receita que a Regina conheceu em uma viagem aos Estados Unidos. “O produto foi aperfeiçoado por uma química, amiga da família, para que pudesse ser usado em casa, de forma prática e com pouca dor”, salienta Regina. Os experimentos chegaram num ponto tal de elasticidade que ela, mulher moderna, considera ideal.

O “boca a boca” logo surtiu efeito e com seis meses, o jogo virou e o instituto já contava com 1.000 clientes cadastradas. Em 2007, elas formataram o modelo para franchising e, em 2010, inauguraram as primeiras unidades fora do estado. Desta forma, mãe e filha garantiram que os R$ 40 mil investidos lá em 1996, fruto da rescisão do marido de Regina, se transformassem em R$ 46 milhões, faturamento registrado pela rede em 2019.

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