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Presidente da UFRAD, Mustafa Aydýn, fala sobre a crise

19/12/2008

A ABF que no início de 2009, assumirá a Secretaria Executiva do World Franchise Council (WFC), por meio de seus diretores Ricardo Camargo e Luiz Henrique do Amaral, passará a divulgar aos seus associados informações sobre os principais mercados internacionais de franquia.

Confira abaixo o posicionamento da Associação Turca de Franquias sobre a crise internacional, segundo seu presidente Dr. Mustafa Aydýn.

O Presidente da UFRAD – Associação Turca de Franquias, Dr. Mustafa Aydýn, falou sobre a crise que está se espalhando dos Estados Unidos para o resto do mundo, quando participou de uma conferência, em novembro último, para discutir o impacto dessa situação para os detentores de marcas, especialmente os que operam em shopping centers.

Aydýn afirmou, que `as empresas não podem assumir todos os fardos da decadência financeira. Se ela estivesse no fim, para essas marcas o problema seria resolvido. Os consumidores tendem a seguir os nomes mais conhecidos, familiares e não os próprios shopping centers. Ele acrescenta que `os shopping centers devem parar de criar uma situação de ganho somente para eles mesmos e criar uma situação ganha-ganha, a qual beneficiaria a todos.

Dr. Aydýn destaca algumas sugestões que devem ajudar na solução do problema:

 Aos consumidores: Os consumidores não deverão reagir bruscamente à situação e se proteger. Se nós mudarmos nossos hábitos e pararmos de gastar, então a recessão ficará cada vez pior.
 Aos varejistas: Vamos tentar cortar os gastos desnecessários. Foco nas propagandas e promoções são absolutamente vitais neste ponto. Dispensas não deverão ser uma opção, com o aumento da taxa de desemprego,  diminuirá cada vez mais o consumo.
 Aos empresários: Franquias ainda são o caminho com menos riscos de um modelo de negócios. Este é o melhor caminho de investimentos especialmente nos tempos de crise.
 Aos Shoppings Centers: Eles têm que focar-se na situação do ganha-ganha. Os proprietários devem pensar nos resultados, caso as marcas abandonem os shoppings. Eles deverão rever suas taxas de locação, gastos faturados para as lojas e encorajar promoções para aumentar o número de visitantes.
 Aos franqueadores: Franqueadores deverão ser mais colaboradores e entender os seus franqueados.

 

 

Redação: DFREIRE

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