Fundadora da Cuidare Brasil, é coautora em livro inédito
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Fundadora da Cuidare Brasil

Novas formas de empreender: fundadora de uma das maiores redes de cuidadores do Brasil é coautora em livro inédito

29/11/2023

Izabelly Miranda, CEO da Cuidare Brasil, aborda sobre resiliência, motivações e vantagens de empreender, além de falar sobre sua trajetória no ramo

O livro “O novo jeito de empreender”, que irá retratar sobre como inovar, prosperar e construir um legado que impacte gerações, será lançado nesta quinta-feira, 30/11, na Livraria da Travessa Shopping Villa Lobos, na Cidade de São Paulo (SP).

Produzido pela Editora Gregory, a obra tem a proposta de expressar, por meio de autores que já estão inseridos no empreendedorismo, as experiências e as atuais maneiras de empreender de forma eficaz e competente.

Dentre os pensadores do livro, a coautora Izabelly Miranda, CEO e fundadora da Cuidare Brasil – uma das maiores redes de cuidadores do país, estabelece sua participação na leitura escrevendo um capítulo sobre como a capacidade de se adaptar às necessidades que surgirem enquanto ativo no empreendedorismo é importante para superar barreiras e desafios durante o processo.

Miranda expõe ainda suas experiências e alguns relatos de sua carreira profissional, elencando os principais pontos pessoais que contribuíram para sua trajetória.

Sempre fui consciente de que as dificuldades de montar um próprio negócio seriam muitas. Porém, nada nunca foi fácil em minha história.

A vontade e a necessidade de me tornar alguém na vida sempre foram maiores do que quaisquer obstáculos.

O medo de tentar, apesar de ser existente, nunca foi algo forte em mim; sempre acreditei que só saberemos se algo dará certo, após tentarmos – afirma.

Em 2013, a enfermeira quis sair do tradicional e inovar, adentrando-se no ramo dos negócios.

Assim, fundou a Cuidare Brasil ao perceber a carência de pessoas capacitadas, treinadas e qualificadas para atuarem como cuidadoras de pessoas.

Dessa forma, ela ganhou cada vez mais conhecimento para empreender e, com o passar dos anos, conquistou mais credibilidade e confiança, pontos que eram espécies de empecilhos em sua carreira, mas que logo foram superados, aumentando sua segurança no comando da empresa.

Logo de cara, houve a minha primeira grande dificuldade: eu tinha uma aparência física de 18 anos de idade, fato que não transmitia a imagem necessária de credibilidade, responsabilidade e segurança no comando de uma empresa, principalmente, por ser um segmento que requer cuidados com pessoas.

Não hesitei mais e decidi construir meu próprio negócio. Caso contrário, teria que trabalhar para outrem e construir projetos que não seriam os meus.

Mas é primordial entender que sonhos não se tornam realidade só porque você os sonhou.

É o esforço que cria mudanças – pontuou, abordando a necessidade da persistência em ir atrás do que mais deseja.

 

A força feminina nos negócios

A potiguar passou a incentivar ainda o público feminino a buscar seus sonhos, sem abdicar de determinação e vontade, sendo um dos focos de seu capítulo no livro, apontando para o crescimento de mulheres à frente dos negócios nos dias atuais, principalmente depois de anos em que o nicho esteve muito ligado aos homens, havendo uma quebra de paradigma, dessa forma.

Após décadas em que o protagonismo nos negócios foi dominado por homens, as mulheres estão, cada vez mais, conquistando o seu espaço — embora com incontáveis desafios.

O crescimento dessa participação traz diversos benefícios para o mercado, como o aumento de empregos, diversidade de negócios, novas soluções, muito mais vantagens e desenvolvimento dos negócios administrados por mulheres.

É fato e notório: quanto mais as mulheres crescem, mais a sociedade e a economia atingem seus objetivos – explica a enfermeira.

Sua fala no capítulo é corroborada quando, segundo um estudo feito pela plataforma LinkedIn e descrito por Izabelly, o número de novas empreendedoras aumentou 41% durante a pandemia.

Ou seja, de uns anos para cá, a adesão de mulheres ao empreendedorismo tem crescido cada vez mais, e a luta pelo espaço, consequentemente, conquistou ainda mais notoriedade e resultados.

Miranda ainda disserta um pouco mais acerca das mulheres que conciliam vida pessoal e profissional, sobretudo aquelas as quais possuem filhos e, com isso, necessitam se adaptar para realizar tarefas domésticas também.

Tal fato levou 53% do público feminino do ramo a buscar horários de trabalho mais flexíveis, de acordo com dados da Rede Mulher Empreendedora (RME) e discorrido pela coautora do livro, inclusive, ao detalhar um pouco sobre esse ponto em sua própria carreira.

Dessa forma, o resultado de sua persistência no empreendedorismo deu frutos a ela: hoje, a Cuidare Brasil possui 70 unidades espalhadas pelo país, presentes em 20 estados e no Distrito Federal, sendo grande parte dessas franquias geridas por mulheres, apontando que a resiliência pode ser, sim, uma das almas do negócio.

 

Fonte: Mercado da Comunicação

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