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Rede de ensino de inglês conquista crianças por meio de atividades lúdicas

22/01/2020

franquias de inglês the kids club

Brincar, cantar, cozinhar. O que vale mesmo nas aulas da rede de franquias de inglês The Kids Club é se divertir enquanto aprende um novo idioma

Volta e meia o tema retorna à mesa do café da manhã e ronda as decisões mais importantes que cabem na educação dos filhos: a partir de quantos anos os pequenos já podem iniciar o contato com um novo idioma.

A velocidade da troca de dados e informações do século XXI tem cobrado uma nova forma de olhar para a sociedade e, para estar ativo nesse novo contexto cibernético, ter fluência em inglês já é mais do que essencial.

O receio de outrora, da confusão que os dois idiomas poderiam causar nas crianças pequenas, deu espaço à consciência que, para acompanhar as constantes mudanças, é preciso começar cedo.

É nesse contexto que a franquias de inglês The Kids Club, no Brasil desde 1994, vem conquistando espaços entre escolas regulares, oferecendo uma solução completa que leva às instituições uma metodologia eficaz, com professores fluentes e já treinados, e tudo sob a supervisão do franqueado.

As aulas, ministradas totalmente em inglês, são desenvolvidas para crianças de 18 meses a 12 anos, e conduzidas de maneira lúdica.

Músicas, brincadeiras e situações do cotidiano infantil são trabalhadas em sala de aula e, de forma descontraída e dentro de um contexto conhecido das crianças, vão apresentando o novo idioma de forma natural.

Para os mais velhos, já em fase de alfabetização, a estrutura da língua também é trabalhada e o material didático exclusivo traz as habilidades do século XXI, abordando assuntos relevantes, como meio ambiente e diferenças culturais ao redor do mundo, uma forma de aguçar a curiosidade dos alunos e transmitir o conhecimento não apenas da língua, mas de conteúdos inerentes à vida.

O método, desenvolvido na Inglaterra em 1986, tinha por objetivo inicial ensinar o francês de maneira lúdica a um grupo de meninas inglesas, mas fez tanto sucesso que se espalhou por outros países, como Finlândia, França, Espanha e Portugal. Em solo brasileiro, foi questão de tempo para a jovem empreendedora, Sylvia de Moraes Barros, visualizar o potencial do negócio.

Visão de negócio, sucesso à vista

O ano era 1994. O plano real entrava em vigor, depois de sucessivas trocas de moedas, Nelson Mandela se elegia o primeiro presidente negro da história da África do Sul e a extinta TV Manchete exibia um desenho japonês que virou febre nacional, Os Cavaleiros do Zodíaco.

Foi também em 94 que, depois de 24 anos sem vitória, o Brasil conquistou o tetracampeonato na Copa do Mundo. E foi nesse ano, de altos e baixos, que a The Kids Club chegou ao Brasil.

O método desenvolvido por uma pedagoga, mãe de uma das alunas, fluiria de forma espontânea e bastante natural, como o aprendizado da língua materna, ou seja, ouvindo e interagindo com a nova língua.

Brincando e sem perceber, as meninas logo passaram a transitar entre as duas línguas com muita facilidade, comprovando que, na infância, o aprendizado é realmente mais rápido, assertivo e, principalmente, eficaz.

Enquanto no velho continente a The Kids Club ganhava respaldo por comprovar os resultados da inserção de um segundo idioma em crianças bem novas, na América, uma paulistana explorava o mundo.

Após se formar no Ensino Médio nos Estados Unidos, Sylvia Helena Palma de Moraes Barros, de volta ao Brasil, então com 23 anos, assumiu a área pedagógica de uma escola de inglês em São Paulo.

Se o negócio ia bem com os cursos para jovens, por outro lado, faltava ali uma metodologia que atendesse um outro público, mais infantil.

A solução, então, foi pesquisar e procurar, até achar, no outro lado do oceano, uma rede de franquias que abordava de maneira inovadora um ensino voltado aos pequenos.

Foi assim que, em 1994, a rede The Kids Club chegou ao Brasil: para agregar valor à escola e, também, para ganhar o país por meio de franquias.

Embora houvesse um certo respaldo pelo fato de ser uma masterfranquia, ou seja, ter a possibilidade de contar com a expertise e inteligência de mercado do franqueador na Inglaterra, a aceitação do serviço mostrou-se desafiadora nos primeiros anos em solo brasileiro.

Em meados da década de 1990, os pais ainda não entendiam que ensinar os dois idiomas simultaneamente poderia trazer um efeito muito mais positivo do que, até então, se acreditava.

E foi preciso um grande esforço de conscientização para explicar que aprender uma nova língua na primeira infância, quando feito de forma adequada, traz resultados em cadeia, não apenas pela facilidade de aprendizado, mas também e, principalmente, pela facilidade de aquisição desse novo idioma.

Potencial do ensino bilíngue no Brasil

Hoje, o cenário é outro. Nessa onda de bilinguismo que tomou conta do país nos últimos anos, há muita confusão com os conceitos de escolas bilíngues, escolas internacionais e programa bilíngue dentro de escolas regulares.

Pudera, uma nova tendência educacional tem se consolidado no mercado brasileiro para suprir a demanda pelo ensino do segundo idioma, sobretudo o inglês.

O aprendizado desde a primeira infância, que antigamente era uma dúvida entre os pais, hoje é uma demanda cada vez mais crescente.

Diferentemente das escolas bilíngues, que têm como compromisso oferecer a mesma quantidade de horas de aula em cada idioma e de ensinar conteúdos diversos em inglês, e das instituições internacionais, cujo idioma, currículo e até o calendário são determinados pelo país de origem, os programas bilíngues têm surgido como uma opção para as escolas regulares oferecerem o ensino do segundo idioma com uma carga horária mais adequada às necessidades atuais, mas sem perder as características de escola regular.

De acordo com o último censo do Ministério da Educação e Cultura, 21% das escolas brasileiras são particulares, o que representa algo em torno de 40 mil unidades.

Destas, a Associação Brasileira do Ensino Bilíngue (Abebi) estima que, no máximo, 3% são realmente bilíngues. E mais: uma pesquisa do Conselho Britânico revelou que apenas 1% dos brasileiros são realmente fluentes em inglês e outros 4% se relacionam com a língua em estágios inferiores ao da fluência.

Trocando em miúdos, pouco mais de 10 milhões, num contingente de mais de 200 milhões, tem intimidade com a língua de Shakespeare.

Somado à evidente necessidade de acelerar esse aprendizado, alguns fatores têm contribuído para as escolas tradicionais estarem de olho em parcerias com agentes externos que oferecem programas bilíngues.

Para os pais, praticidade e segurança despontam como uma das principais razões para optar por um curso oferecido dentro da própria escola regular onde o filho já estuda.

Motivo pelo qual este mercado tem movimentado cifras relativamente polpudas em poucos anos: entre R$ 220 a R$ 270 milhões anuais, segunda estimativa da Abebi.

E vale um adendo importante, o espaço para crescer é ainda enorme e pouco explorado, revelando que a tendência é sim bastante consistente e próspera.

Franquia de Inglês The Kids Club no Brasil

É diante de todo esse contexto que a The Kids Club, pioneira em oferecer aulas de inglês dentro das escolas regulares, com metodologia internacional e professores fluentes, tem conquistado um sólido crescimento e expandido seu modelo de negócio para todo o Brasil há 25 anos.

Com cerca de 80 unidades, que abrangem as regiões de Norte ao Sul do país, a rede cresceu 15% ano passado em relação a 2017 e, para 2019, a expectativa é manter o ritmo, oferecendo aos novos franqueados uma opção de investimento com valor bastante acessível.

Em formato home-based, o modelo de negócio tem faturamento médio entre R$ 17 a 25 mil e rentabilidade de 25% a 35%.

Para adentrar no negócio, é essencial que, além da facilidade de negociar, o franqueado seja também fluente em inglês e tenha afinidade com o mercado de educação.

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