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Jovem de 22 anos foi em busca do 1,5 milhão e idealizou escola de tecnologia

22/01/2020

codebuddy

Marlon Wanderllich, de 27 anos, voltava de um intercâmbio fora do país quando sentiu a vontade de empreender.

Começou a dar aulas preparatórias para jovens estudantes que desejavam ingressar em colégios federais por meio de exames.

O ano de 2014 estava no fim quando abriram – ele, dois irmãos e um primo – uma escola para ensinar programação e robótica para crianças e adolescentes, a codeBuddy (que, inicialmente, chamou-se “Buddys”).

A escola, que começou em um quartinho no apartamento dos pais, em Belo Horizonte, Minas Gerais, desde 2018 faz parte da holding de educação complementar Spot Educação e, cinco anos após a sua fundação, conta com mais de 45 unidades espalhadas por diferentes estados.
 

Até 2021, a meta é ampliar a rede de franquias codeBuddy alcançando mais 100 endereços.

Apesar de parecer um crescimento rápido, a jornada de Marlon e os outros quatro rapazes foi marcada por altos e baixos – e, claro, muita perseverança para continuar empreendendo.
 

O primeiro fracasso

Marlon voltou do intercâmbio que fez na Europa, queria se sentir ativo e conquistar a independência financeira.

Contou para os irmãos e o primo, investiu R$500 para fazer mil panfletos e duas camisas.

A primeira panfletagem para os pais de alunos de escolas da região foi um fracasso.

“Deu tudo errado, ninguém botou fé, e pensamos no que estávamos errando”, lembra Marlon. “Era período de férias em Belo Horizonte, muita gente viajando. Erramos também no panfleto com o preço e dizendo que as aulas eram em um apartamento”, completa.

 

O primeiro investimento

Um diretor de uma escola em Belo Horizonte que fazia parte da holding Eleva Educação confirmou o apoio ao negócio dos jovens, o que representou um grande incentivo.

“Também fiz um empréstimo com uma prima, de R$10 mil, para comprar computadores.

Conseguimos mesas e cadeiras. Com esses apoios, fizemos nova rodada de divulgação.

Passamos umas oito vezes na mesma escola e começamos a dar oficinas para os alunos.

Mostrávamos, por exemplo, que no Minecraft tinha programação por trás para poder fazer o personagem ‘minerar’ sozinho.

As crianças enlouqueciam”, conta Marlon.

Foi em 2015 que conseguiram um investidor-anjo, que se tornou sócio e financiou a primeira unidade já com uma proposta mais próxima do que são as franquias atuais.

 

A primeira turma

Ainda em 2015, formaram uma turma de alunos.

No início do ano, as aulas eram ainda no quarto do apartamento dos pais – e os pais se limitavam a outros cômodos para não atrapalhar.

“Já no segundo semestre, eram 40 crianças e adolescentes, quatro computadores e quatro homens sem dinheiro, já com sala comercial, mas precisando captar alunos”, afirma Marlon.

Por meio da metodologia de ensino híbrido, era possível juntar alunos de diferentes níveis de conhecimento em uma mesma turma. Eram os pais que escolhiam os horários.

O curso regular, para jovens de 7 a 16 anos, já tinha o formato atual, explorando cinco mundos: da lógica e matemática, dos games, dos aplicativos, maker (robótica) e web.
 

Aulas para crianças

Desde os 14 anos, Marlon se dedicava à pesquisa, por meio de programa de iniciação científica.

Ingressou na faculdade de Engenharia e se envolveu novamente com a parte técnica da pesquisa. Mas queria transformar essa habilidade em valores para a sociedade.

“Queria dar as caras e gerar valor.

O movimento de startups me chamava a atenção, então, fizemos uma pesquisa sobre possíveis perfis de negócios que podíamos experimentar. Quando voltei do meu intercâmbio, a vontade de empreender só aumentou e decidi dar aulas.

Gostava mesmo de ajudar. Queria muito ensinar algo na minha área, mas o mercado de tecnologia para adultos era enorme desde então.

Então, pensei, por que não ensinar crianças? Era natural para mim, eu até tinha histórico de ser conselheiro de escoteiros.

Ensinar a criar jogos e a programar, introduzido lógica computacional, fazia sentido: países desenvolvidos, olhando para o que o mercado vai precisar no futuro, que é uma competência necessária para século XXI, investiam muito mais nisso.

Era o timing perfeito”, diz o fundador e atual Head de conteúdo da codeBuddy.

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