Franquia de ótica nascida de e-commerce fatura milhões
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Ele fundou a Óticas Carol aos 16 anos e hoje fatura milhões com franquia de ótica nascida de e-commerce

07/06/2023 | Publieditorial

Nascida como um e-commerce em 2014, a QÓculos virou loja física e franquia em 2018 e hoje tem quase 60 unidades em funcionamento.

No ano passado, a rede faturou R$ 30 milhões, e a projeção é chegar a R$ 78 milhões até o final de 2023, com 70 lojas.

O que deixa a história ainda mais curiosa é que um dos fundadores do negócio: Odilon Santana Neto, de 41 anos, também fundou a Óticas Carol em 1997, quando tinha apenas 16 anos.

A Óticas Carol é a maior franquia do segmento ótico no Brasil.

Em 2021, a rede tinha mais de 1,4 mil unidades em operação, de acordo com ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Na primeira metade dos anos 2000, a rede, nascida em Sorocaba (SP), já crescia pelo interior de São Paulo, como empresa familiar, e recebeu um novo sócio, o Grupo Tecnol.

Em 2008, foi vendida para o empresário Marcos Amaro, filho do comandante Rolim Amaro, fundador da TAM.

Em 2013, o grupo britânico de fundos de investimentos 3i entrou no negócio.

Quatro anos depois, a marca foi vendida novamente para a Luxottica (dona da Rayban) por 110 milhões de euros.

Santana fundou a Óticas Carol em sociedade com o pai, Odilon Santana Filho – mas a empresa estava no nome de Neto.

Após a venda para Marcos Amaro, a família permaneceu como franqueada da Óticas Carol até que pudesse empreender novamente no setor, devido à cláusula de não concorrência.

Oito anos após vender a empresa, Santana voltou a empreender com uma marca própria.

Ele conta que utilizou o conhecimento que tinha e trouxe uma roupagem digital para o novo negócio.

“Iniciei a QÓculos em 2014, junto com sócio Rafael Galdino, para trazer modernidade e descomplicação na hora da venda dos óculos. Iniciamos no e-commerce, até então pouco explorado no mercado.”

 

QÓculos: primeira franquia foi inaugurada em 2018, em Taubaté (SP)

 

Em todo esse tempo de experiência no setor, ele acompanhou as diversas modificações no mercado ótico, que passou de um varejo
estritamente de saúde para a seara de moda e acessórios.

O empreendedor conta que levou essa experiência para a concepção da QÓculos.

“A ótica veio de saúde para moda, nosso produto também passou por essa transformação, junto com nosso atendimento.”

Quatro anos após a criação do negócio, ele resolveu apostar no varejo físico novamente.

A primeira loja foi aberta em Taubaté (SP), já dentro do sistema de franquias – algo que ele já conhecia bem.

No início da pandemia, a rede já tinha 16 unidades.

“Tínhamos uma estrutura digital quase toda pronta. Já oferecíamos produtos para clientes por WhatsApp e outros canais de venda direta”, diz.

Como óticas foram consideradas serviços essenciais em muitas cidades, as unidades da QÓculos não precisaram fechar durante a crise sanitária, o que ajudou a marca a crescer.

No ano passado, a rede abriu dez novas lojas e cresceu o faturamento em 77% em relação a 2021.

“Neste ano voltamos a ter foco em expansão. Já abrimos seis lojas e estamos com mais 20 em implantação.”

A maior parte do mix da rede é formada por marcas internacionais, além de quatro bandeiras exclusivas.

O tíquete médio é em torno de R$650.

O e-commerce, que deu origem à marca, hoje representa cerca de 5% do total. De acordo com Santana, a razão para isso é que o site se especializou na venda de óculos de sol.

“Para óculos de grau, o cliente ainda quer experimentar o produto, ir até a loja”, diz.

Cerca de 70% do faturamento da marca vêm de lentes oftalmológicas.

A rede conta também com cinco outlets para atender o público de menor renda.

Hoje, a QÓculos busca se expandir em capitais e regiões metropolitanas, com mais de 80 mil habitantes.

O investimento inicial é a partir de R$ 190 mil, mas pode variar de acordo com o porte da cidade.

Para o futuro, o empreendedor não descarta uma convergência ainda maior entre os pontos físicos e o online.

“Há muito espaço para crescer. A tendência é que cada vez mais os canais online e físico se complementem”.

 

 

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Fonte: Revista PEGN