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Arquiteta investe em franquia de pizzaria, foge da crise e fatura R$ 110 mil por mês

14/05/2018

Franquia de pizzaria - Pizza Crek

O que você faria para fugir de uma tempestade que está no seu caminho? É melhor esperar ela passar ou se mexer e buscar alternativas para driblá-la? Para uma das franqueadas de sucesso da rede de franquias Pizza Crek, a segunda opção foi a escolha mais sensata. Em meio à pior crise econômica que o Brasil viu neste século, ela decidiu investir em uma franquia de pizzaria totalmente diferente. Dois anos depois não só conseguiu escapar da tempestade como passou a gerar uma renda considerável, chegando a faturar mais de R$ 110 mil por mês com sua única unidade.

Entre 2014 e 2016, o Brasil atravessou a sua mais severa crise econômica desde 1947. O Produto Interno Bruto (PIB) do País recuou quase 8% nesse período, provocando uma avalanche de vagas de trabalho perdidas que, por sua vez, impactaram a economia como um todo, já que com menos pessoas trabalhando houve uma queda geral no consumo de produtos e serviços. Até mesmo escritórios de arquitetura, que formam um segmento mais sólido, foram atingidos. Entre eles, o da empresária Ana Paula Devechi que preferiu não esperar sentada a passagem da crise e decidiu investir em outros setores cujo ambiente econômico estava mais favorável, como o de franquias.

Junto com uma sócia, investiu R$ 250 mil na primeira unidade franqueada da rede Pizza Crek, até então recém-chegada ao mercado. E engana-se quem pensa que o fato da franquia ser considerada estreante no setor assustaria a empreendedora. Pelo contrário. Ela acreditou tanto no modelo de negócio que ajudou, inclusive, a implementar novos produtos ao cardápio.

“Escolhi investir especificamente na Pizza Crek porque vi o início de tudo na empresa. Também sempre fui muito fã do produto. E é importante investir em algo que você acredite. Além de tudo, a franquia não tem concorrência direta, pois é a única a comercializar pizzas nesse formato”.

 

Vale lembrar que, para administrar a franquia, Ana não precisou largar totalmente o escritório de arquitetura. Com a ajuda da sócia na operação, a arquiteta ficou à frente da gestão do marketing, prospecção de clientes e recursos humanos (funcionários, colaboradores). Assim, pôde conduzir os dois negócios de forma paralela. Em alguma ocasiões, lembra, o turno teve de ser dobrado por conta dos dois cargos.

“Essa foi a principal mudança no meu ritmo de trabalho, visto que muitas vezes faço turnos dobrados, tanto no escritório de arquitetura como na pizzaria. Os finais de semana quase sempre estão comprometidos e sexta feira raramente saímos porque é um dos dias mais puxados na franquia. Dá bastante trabalho, mas é muito gratificante quando vemos os resultados”.

 

Resultados estes que, também por conta de ideias sugeridas pela própria franqueada à rede, aumentaram de forma residual os números da loja. Ela adicionou, entre outros produtos, a oferta de vinhos e espumantes, aumentando o tíquete médio por venda. Atualmente, o tíquete médio da sua unidade gira em torno de R$ 45. O faturamento mensal médio é de R$ 110 mil, mas deve aumentar nos próximos meses.

“Nossos gráficos em relação às receitas da franquia mostram que devemos ver esse faturamento aumentar gradativamente ao longo do ano. Estamos trabalhando bastante para isso”.

 

  • Layout das lojas chama atenção por visual moderno e autêntico

 

 

O mercado

Segundo a Associação das Pizzarias Unidas, mais de 1 milhão de pizzas são consumidas diariamente no Brasil. Esse consumo é responsável pela geração de R$ 22 bilhões em receitas por ano com as vendas do produto. A entidade estima, ainda, que existam mais de 130 mil pizzarias tradicionais no País. Juntas, elas geram mais de 360 mil empregos diretos.

Atualmente, uma das questões mais presentes na rotina de uma franquia de pizzaria diz respeito aos aplicativos de delivery. De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), as entregas de comida movimentam cerca de R$ 10 bilhões por ano. Além disso, segundo o especialista e consultor em franchising da Franchise Solutions, Pedro Almeida, as franquias do ramo chegam a contabilizar 48% do seu faturamento via sistema de entrega dos pedidos.

“A maioria das redes deve trabalhar com seus franqueados para aproveitar essa demanda. Essa estratégia também pode servir, por exemplo, para fidelizar o cliente. Quando o consumidor realiza um pedido via app ou telefone, tentamos cadastrá-lo no nosso sistema de atendimento via whatsapp, que nos aproxima dele e oferece um contato mais personalizado (e barato)”.

 

O consultor comenta também que apesar das taxas cobradas pelos aplicativos serem salgadas, o que reduz um pouco a margem de lucro, o volume de pedidos é maior que no próprio estabelecimento, o que acaba por tornar vantajoso o modelo do negócio. Na Pizza Crek, segundo Devechi, as receitas geradas pelas vendas via aplicativos (iFood) chegam a representar cerca de 60% do faturamento mensal.

A franquia

A Pizza Crek é uma rede de franquias que comercializa pizza no formato de um Wrap. A receita foi inventada por um de seus sócios, que é pizzaiolo e por muitos anos trabalhou em tradicionais pizzarias de São Paulo. Numa noite, após um expediente de muito trabalho, ele resolveu preparar uma pizza diferente para ele mesmo saborear. A busca era pela praticidade, de forma que não fosse necessária a utilização de pratos. Após uma primeira tentativa frustrada, o pizzaiolo insistiu na ideia e foi aperfeiçoando a massa para viabilizar a Pizza Crek, que hoje possui até patente requerida junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

Hoje a rede é composta por 36 unidades em operação, sendo três delas fora do Brasil. O investimento inicial para abrir uma loja é de R$ 105 mil, que incluem, entre outras coisas, taxa de franquia, treinamentos, consultoria para escolha do ponto comercial, estoque inicial, equipamentos e capital de giro.

 

Raio x

Investimento: a partir de R$ 105.000,00
Faturamento médio mensal: R$ 45.000,00 a R$ 80.000,00
Royalties: 6% do faturamento bruto
Propaganda: 1% do faturamento bruto
Retorno investimento: 12 a 25 meses
Lucratividade: 21%

 

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Por Publieditorial