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Franquia de frango frito é líder no Brasil em menos de dois anos

21/01/2020

N1 Chicken

Fundado em 2017, o N1 Chicken já conta com 80 unidades comercializadas; a meta é chegar a 100 até o fim do ano

Os millennials são a geração do empreendedorismo.

Segundo levantamento da plataforma Revelo, eles empreendem o dobro do que pessoas de outras nos cinco primeiros anos após se formar na faculdade e 94% a mais do que gerações anteriores.

Quatro jovens que se conheceram no Espírito Santo são exemplos genuínos do apetite que essa geração, também conhecida como Y, tem para os negócios.

Rafael Matos, 29 anos, Victor Abreu, 30 anos, Luciana Sarres, 36 anos, Felipe Sarres, 39 anos e Thiago Salla, 27 anos, viram no frango frito, no delivery e no franchising a combinação perfeita para o sucesso ao criarem o N1 Chicken, que, em menos de dois anos, já é o líder no mercado nacional de franquias de frango frito. E com razão.
 

O Brasil é o segundo maior consumidor de carne de frango do mundo e absorve 70% da produção brasileira.

O país movimenta anualmente R$ 11 bilhões com delivery, e com o franchising, mais de R$ 182 bilhões.

Segundo a mais recente pesquisa de desempenho feita pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), só no último trimestre deste ano, o faturamento do setor de franquias atingiu o número de 47.203 bilhões de reais, o que significa um aumento de 6,1% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Pedagogo de formação, Rafael Matos, por exemplo, largou a sala de aula para viver o desafio de empreender a convite do seu amigo de infância, Victor Abreu, com quem se aprofundou na pesquisa sobre o funcionamento do mercado de franchising no segmento de alimentação.

No entanto, antes de fundar a sua franqueadora, eles decidiram começar tendo a experiência do outro lado, como franqueados. Foi aí que a dupla percebeu, durante mais de um ano, que muitas redes possuíam um plano de negócio muito complexo para os seus parceiros.

“Chegamos à conclusão de que precisaríamos, antes de qualquer coisa, ser um franqueado para entender na prática como funcionava e, principalmente, aprender o que não fazer em um negócio – comenta Rafael.”

Com a chegada de novos sócios, Luciana, Felipe e Thiago, Rafael e Victor iniciaram o projeto de criação da própria franqueadora.

Ao longo de nove meses, testaram produtos e equipamentos e, após esse período, em 2017, inauguraram a unidade piloto, iniciando a expansão somente em maio de 2018.
 

E assim, após muita análise e planejamento, nasceu o N1 Chicken.

A estratégia da marca – e um dos seus diferenciais mais importantes – está na operação, voltada 100% para o delivery, modelo de negócio mais enxuto, de fácil implantação, custo mais baixo para os franqueados e alta rentabilidade.

Aposta que nada contra a maré do segmento alimentício no franchising, que ainda tem, em boa parte, o serviço de entrega como complemento de venda, e não como foco único. A marca, inclusive, é premiada pelo aplicativo iFood por conta dos recordes batidos em pedidos.

“O comportamento do consumidor mudou. Hoje, ele procura mais praticidade, comodidade e segurança”, explica Rafael.

Após muito estudo e treinamento, nós mesmos desenvolvemos a franquia, criando algo com características próprias, um modelo de negócio diferente do que se vê no mercado.

Foi um grande acerto. E as provas disso são o número de unidades comercializadas em pouco tempo e o faturamento médio mensal bruto dos nossos franqueados, de R$ 60 mil – destaca Matos.

Só para se ter uma ideia da sua proposta diferenciada, o investimento para abrir a unidade do N1 Chicken pode chegar a, no máximo, R$ 94 mil, a depender da localidade e da estrutura necessária.

Já a cobrança de taxa de royalties é feita mensalmente em quantias fixas de R$ 1.577 (R$ 1.100 de royalties e taxa de marketing de R$ 477).

A rede mantém um plano de expansão sustentável de acordo com o potencial de cada cidade.

Alcançando o limite de lojas em determinada cidade, que depende no número de habitantes, eles encerram a possibilidade de abertura de novas unidades nos locais cujo o número máximo foi atingido.
 

Em menos de dois anos, a empresa já vendeu 80 unidades em 11 estados e no Distrito Federal.

Outro fator ao qual Matos atribui o crescimento acelerado e sustentável da marca é a relação estabelecida com os franqueados, herança do seu início como um deles.

“A relação entre franqueador e franqueado precisa ser de confiança e cooperação constante. Nossos franqueados são, acima de tudo, nossos maiores parceiros. E trabalhamos para que eles também nos vejam dessa forma”.

Em 2018, a rede faturou R$ 18 milhões e o objetivo para este ano é alcançar os R$ 25 milhões e 100 unidades comercializadas.

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