A história do franqueado Gustavo Auvray com o Giraffas é, antes de tudo, uma jornada de aprendizado, resiliência e transformação, daquelas que mostram que o sucesso raramente é imediato, mas quase sempre é construído com insistência.
Há cerca de 15 anos, Gustavo não imaginava que seu futuro estaria na alimentação.
Na época, ele atuava em um negócio completamente diferente: uma loja de piscinas.
Foi ali que surgiu a primeira fagulha. Um de seus gerentes, com experiência no setor de fast food, insistia que investir em alimentação poderia ser um bom caminho.
A ideia, no início, parecia distante, mas aos poucos ganhou força.
Movido pela curiosidade e pela energia dessa nova possibilidade, Gustavo, e seu sócio na época, Wagner Jevaux, começaram a pesquisar.
Foi então que conheceram o Giraffas, uma rede que, naquele momento, vivia um forte movimento de expansão.
O que chamou a atenção deles foi justamente a diversidade do cardápio: lanches, pratos, sobremesas — um mix completo, que se destacava no mercado.
Mesmo sem conhecer profundamente o Giraffas, eles decidiram avançar.
Também motivados por algo que acontecia em seu entorno na época, Nova Friburgo tinha acabado de passar por uma de suas maiores tragédias: as enchentes na região serrana que causaram mortes e destruição.
Eles se viram motivados a empreender na cidade como uma forma de gerar empregos e desenvolvimento no local pelo qual tinham tanto carinho e onde foram criados.
Eles passaram pelo processo seletivo em São Paulo e, pouco antes da entrevista, tiveram um primeiro contato direto com a rede ao visitar uma unidade em Copacabana.
Era o início de uma relação que mudaria suas trajetórias.
A escolha do ponto comercial veio em seguida: uma loja no Cadima Shopping, em Nova Friburgo (RJ).
Naquele momento, o local ainda não demonstrava todo o potencial que viria a ter. Mas o verdadeiro desafio não estava apenas no ponto, e sim na operação.
Desafios e aprendizados
Como muitos novos franqueados, Gustavo entrou no negócio acreditando que o modelo de franquia traria tudo pronto. Embora haja um suporte integral da rede, é imprescindível a dedicação do franqueado.
E foi aí que ele enfrentou sua maior lição. O início foi difícil, marcado por desconhecimento do segmento, baixa dedicação e um baixo faturamento.
Foi nesse momento crítico que veio a virada.
Depois de “bater muito a cabeça”, como ele mesmo define, Gustavo tomou uma decisão: mergulhar de verdade no negócio. Passou a se dedicar integralmente, entender a operação e acompanhar de perto cada detalhe. E, principalmente, se apaixonou pelo que fazia.
A mudança de postura transformou completamente o rumo da história.
Com disciplina, presença e comprometimento, o negócio começou a reagir. O que antes era instável ganhou consistência e, ao longo dos anos, cresceu de forma expressiva.
Hoje, sua unidade fatura sete vezes mais do que no início e conta com uma equipe de 15 colaboradores.
Gustavo faz questão de estar presente na operação, especialmente nos finais de semana, acompanhando o atendimento, o tempo de serviço, a experiência do cliente e os detalhes da loja, que, recentemente, passou por uma nova reforma e segue alinhada aos padrões mais modernos da rede.
Para ele, o diferencial do Giraffas está justamente na combinação rara entre profissionalismo e essência familiar: uma empresa que cresce, se estrutura, evolui, mas que ainda carrega a paixão do fundador, Carlos Guerra, no dia a dia.
Apesar dos resultados expressivos, Gustavo não se vê como um “case de sucesso”.
Para ele, sua trajetória é, na verdade, o mínimo esperado de quem decide empreender: acreditar, se dedicar e defender a rede como se fosse parte da própria família.
E talvez seja exatamente isso que torne sua história tão inspiradora.
Porque, no fim, ela não fala apenas sobre faturamento ou crescimento. Fala sobre mudança de mentalidade.
Sobre entender que empreender não é apostar, é construir. E que, quando há dedicação de verdade, as chances de sucesso deixam de ser exceção e passam a ser consequência.
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Fonte: Giraffas