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A história de um empreendedor que aprendeu a criar oportunidades em tempos de dificuldade

27/08/2020

criar oportunidades

Rodrigo Ferroglio sempre teve o empreendedorismo como plano de vida. Fez direito mas nunca pretendeu advogar.

Suas metas sempre foram voltadas para ter um negócio próprio, apesar de não ser uma tradição familiar.

O último a empreender na família foi seu bisavô, que veio da Itália e abriu um posto de gasolina.

Trabalhou na Secretaria de Estado de Fazenda, de maio de 2009 a julho de 2012, onde conheceu o atual sócio, João Vitor.

Em 2012, decidiu deixar o emprego e investir com um conhecido em sua primeira franquia, no segmento de chocolates, em um ponto comercial estratégico, no Centro do Rio de Janeiro.

Apenas cinco meses depois, já abriam a segunda loja, num shopping em Niterói.

Os dois anos seguintes foram de aprendizado e bons resultados, mas em 2014, os negócios sofreram o impacto da instabilidade política e da recessão.

Os sócios repassaram a loja do shopping mas os resultados negativos continuaram se acumulando na loja do Centro.

O país entrou em forte recessão, o dinheiro não circulava, as vendas só caiam.

Houve uma cansativa tentativa de dissolução com a marca, e Rodrigo acabou se separando do ex-sócio, que tinha outros negócios e vendeu sua parte.

Mas desistir nunca foi uma opção para o empreendedor.

Depois de se desfazer da sociedade, e conseguir a isenção da multa por romper contrato com a franqueadora de chocolates, começou a negociar o aluguel do ponto comercial.

Os tempos eram difíceis:

“No início de 2016, eu já estava no vermelho, e para complicar mais as coisas, meu pai teve um enfarto, precisou passar por procedimentos cirúrgicos e as despesas mensais com medicamentos de controle ajudaram a desequilibrar ainda mais o orçamento.

Desistir era o caminho mais rápido, mas eu tinha vontade de continuar e sabia que podia dar certo. Eu tinha confiança. O meu ponto comercial era bom. E isso é 70% do negócio”, conta ele.

A renegociação do aluguel foi bem sucedida e Rodrigo conseguiu uma redução no valor do contrato, pelas circunstâncias econômicas do país.

O atual sócio entrou no negócio e os sonhos pareciam começar a voltar aos trilhos.

Dessa vez, Rodrigo queria uma franquia mais sólida e a Megamatte sempre foi uma das opções:

“É uma marca forte, conhecida aqui no Rio, que tem essa cultura do mate. Minha mãe sempre ferveu mate em casa.

Você vai à praia e bebe mate. No meu caso, que sou carioca e frequento praia desde que nasci, o negócio do mate também trazia essas memórias afetivas.

Mas quando você traz isso para um negócio, tem uma união de fatores. Tinha a confiança na força da marca, a questão da matéria-prima orgânica, que pra mim também era muito importante.

E tinha um amigo que era franqueado Megamatte, além de um primo, que é do concorrente. Pesquisei, estudei e fiz minha escolha”, conta ele.

Em poucos meses, em outubro de 2016, a nova loja Megamatte estava aberta, no Edifício Avenida Central.

Dali para frente, foram anos de bons ventos nos negócios e a cabeça de Rodrigo só pensava em expansão.

Os primeiros meses de 2020 mudaram tudo, repentinamente, com as incertezas da pandemia de coronavírus, que atingiu em cheio populações e a economia do mundo inteiro.

Em março, veio o fechamento do comércio no Rio:

“Você se vê no meio de um caos, pandemia instalada, lembro a sensação de pânico.

No dia em que a gente fechou, eu passei muito tempo falando com nosso advogado, vendo o que fazer. Por trás de cada funcionário, existe uma família. Isso faz diferença pra nós.”

Para Rodrigo, a atuação da rede foi determinante: “Acho fundamental deixar aqui registrada a importância da relação que temos hoje com os gestores da marca. E eu, como tive outros negócios, tenho uma base de comparação.

As lives do Julio (Julio Monteiro, CEO da Megamatte), logo no início, foram de suma importância. Elas trouxeram um norte pra quem, naquele momento, não tinha.

E o papel do gestor da marca deve ser esse a meu ver. Se apresentar na hora da crise, trazer informação, ajuda.

O Julio foi sempre muito solícito, mostrou como a marca estava se movimentando, quais as medidas tomadas com os fornecedores, tentando trazer uma palavra de conforto, e sempre pensando na retomada.

Isso foi preponderante pra gente ter a confiança que tem hoje na Megamatte.”

Foram quase quatro meses com as lojas fechadas e muita tensão. Mas com o apoio da franqueadora, Rodrigo, hoje com 42 anos, e João Vitor, de 36, enxergaram na crise uma oportunidade de crescer.

Rodrigo já tinha buscado uma segunda loja Megamatte, ao longo dos anos. Agora, em plena pandemia, isso vira realidade. A nova loja abre em setembro, na Praça Mauá, também no centro do Rio:

“Estou animado, esperançoso, acho que a gente consegue virar esse jogo. Não é fácil, mas temos que semear essa nova estrada, rezar pra tudo chegar mais próximo do normal, e colocar o que a gente gosta de fazer em prática: servir bem, e levar o melhor produto pro cliente.” 

Toda a perseverança de Rodrigo para realizar seus sonhos tem uma inspiração antiga: “O Ayrton Senna é um cara que fez parte da minha infância e adolescência, e de muitos brasileiros… Ele tinha muita força, né? E lembro de uma frase dele em que dizia:

“Seja quem você for, qualquer posição que você tenha na vida, seja em um nível social altíssimo ou mais baixo, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá… De alguma maneira você chega lá!”

Nisso eu me espelho, levo pra minha vida e estamos aqui, mais uma vez, prestes a ter mais uma inauguração.”

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