Quando tecnologia e colaboração mudam a segurança nas cidades

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 Quando tecnologia e colaboração mudam a segurança nas cidades

04/02/2026

Camerite

Segurança pública deixou de ser um tema restrito às forças policiais há algum tempo.

Hoje, os resultados mais consistentes surgem quando tecnologia, poder público, empresas e comunidade passam a atuar de forma integrada.

É exatamente esse movimento que vem ganhando força em diferentes regiões do Brasil, com apoio da Camerite, plataforma de inteligência em vídeo presente em projetos de impacto real.

Na Tríplice Fronteira, no Paraná, essa integração já mostra números difíceis de ignorar.

Apenas entre janeiro e julho de 2025, as forças policiais ampliaram em 42,7 por cento as apreensões de drogas, retirando mais de 213 toneladas de entorpecentes de circulação.

O prejuízo ao crime organizado ultrapassou 600 milhões de reais no primeiro semestre.

O avanço foi possível graças ao uso de imagens em tempo real, análise de rotas e apoio direto à tomada de decisão em campo.

Esse mesmo modelo se repete em operações do Batalhão de Polícia de Fronteira.

Entre agosto de 2024 e março de 2025, ações apoiadas por uma malha inteligente de câmeras resultaram em quase 28 milhões de reais em perdas para o crime, incluindo uma das maiores apreensões de crack do país em 2025.

Mais do que números, o que se destaca é a precisão das operações, com menos tempo de resposta e maior taxa de sucesso.

Mas o impacto não se limita às fronteiras.

Em cidades como Maringá, São Gabriel do Oeste, Sete Lagoas e Belo Horizonte, a tecnologia ganha escala quando a comunidade entra em cena.

Moradores, comerciantes e empresas locais passaram a se organizar para ampliar o olhar sobre seus próprios territórios.

Câmeras conectadas em rede, acesso às imagens pelo celular e compartilhamento de informações criaram um novo padrão de cuidado coletivo.

Em Maringá, um veículo furtado foi localizado em poucos minutos após o reconhecimento pelas câmeras e recuperado com apoio da polícia.

Em São Gabriel do Oeste, mais de 300 câmeras já integram o projeto SGO+SEGURA, com participação direta do setor privado no fortalecimento da malha urbana.

Em Sete Lagoas, o Guardião 7L conecta câmeras públicas e privadas, cruza dados e permite ações coordenadas 24 horas por dia.

Esses projetos partem de uma premissa simples.

Segurança não nasce apenas da vigilância, mas da informação certa, no momento certo, compartilhada entre quem vive, trabalha e cuida da cidade.

Quando imagens deixam de ser apenas registro e passam a gerar leitura do ambiente, o território muda de comportamento.

O que esses casos mostram é um caminho possível e replicável.

Um modelo em que tecnologia serve como base, mas a transformação acontece quando pessoas e instituições decidem colaborar.

Não é sobre substituir a polícia.

É sobre ampliar visão, antecipar riscos e criar cidades mais atentas ao que acontece nelas.

E esse movimento, ao que tudo indica, está só começando.

 

Fonte: Camerite

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