Operação na capital paulista cresce em faturamento e força de vendas em 2025, contribuindo para o VGV histórico de R$ 14,3 bilhões alcançado pela empresa no país
Mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador para o mercado imobiliário, com a taxa Selic em 15%, a RE/MAX Brasil encerrou 2025 com o melhor desempenho de sua história, movimentando R$ 14,3 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), um crescimento de 14% em relação ao ano anterior.
Dentro deste ecossistema, a cidade de São Paulo reafirmou seu papel estratégico.
O estado liderou o ranking nacional de desempenho, com R$ 292 milhões em comissões, impulsionado pela maturidade das franquias na capital.
À frente da diretora regional da RE/MAX São Paulo Capital, Taiani Teixeira destaca que a capital paulista conseguiu elevar seu faturamento em 2025, superando a retração do crédito imobiliário.
Segundo a executiva, o sucesso local é fruto de uma mudança estrutural na ponta.
“O mercado não aceita mais amadorismo.
Franqueados mais antigos na cidade cresceram cerca de 20%, o que mostra que o modelo de gestão e a capacitação contínua permitem enxergar oportunidades onde outros veem crise”, afirma Taiani.
A operação paulistana expandiu sua força de vendas para 1.300 profissionais e conta atualmente com 67 unidades em operação, com previsão de chegar a 85 lojas até o final de 2026.
Para Taiani, o diferencial em uma praça pulverizada como São Paulo reside na curadoria.
“O comprador que compra imóveis na capital paulistana está sem paciência com o corretor tradicional.
Ele busca um especialista que faça a curadoria do imóvel ideal em meio à ineficácia das buscas online.
É aí que a RE/MAX se posiciona como um porto seguro”, pontua a diretora.
O desempenho de São Paulo é o pilar que sustenta os números recordes da RE/MAX no país.
A rede superou os R$ 640 milhões em comissões e atingiu a marca de quase 10 mil corretores empreendedores.
“Batemos um recorde histórico porque apostamos em padronização e inteligência de dados.
O dinheiro está mais caro com os juros altos, mas ele não desapareceu; apenas exige mais preparo para ser capturado”, explica Peixoto Accyoli, CEO e Presidente da RE/MAX Brasil.
O executivo ressalta que o imóvel voltou a ser o centro da proteção patrimonial, com valorização média de 6,52% em 2025, acima da inflação.
Com a expectativa de queda da Selic para 12,25% e o aumento do teto do SFH (Sistema Financeiro de Habitação) para R$ 2,25 milhões, a RE/MAX projeta um 2026 ainda mais aquecido.
Em São Paulo, o foco será a expansão com franqueados de visão empreendedora madura.
“São Paulo é uma praça estratégica que respalda todo o trabalho regional.
Nosso objetivo é consolidar o atendimento ao cliente vendedor e comprador e fortalecer nossa rede de especialistas”, conclui Taiani.
Fonte: 2Pro