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Franquias que crescem fora dos grandes centros ganham espaço com menor custo e novas oportunidades de empreendedorismo

24/04/2026

FVL Consórcios mira expansão em cidades do interior

Expansão para cidades menores reduz concorrência, amplia margens e abre espaço para modelos replicáveis sem dependência de ponto físico premium

A interiorização do franchising tem se consolidado como uma das principais estratégias de crescimento do setor em 2025 e 2026.

Com custos operacionais mais baixos e menor saturação de mercado, cidades de médio e pequeno porte passaram a concentrar novas unidades e atrair empreendedores em busca de maior previsibilidade e rentabilidade.

Dados da Associação Brasileira de Franchising mostram que o setor faturou cerca de R$ 301,7 bilhões em 2025, com crescimento de 10,5% em relação ao ano anterior.

Parte relevante dessa expansão vem justamente da abertura de unidades fora dos grandes centros, movimento impulsionado pela busca por eficiência operacional e novos mercados consumidores.

Ao mesmo tempo, o avanço da digitalização e de modelos mais enxutos têm reduzido a dependência de pontos comerciais tradicionais, como lojas em shopping centers e ruas de alto fluxo, que historicamente concentram as operações de franquias.

Para Carlos Fuzinelli, sócio-fundador e CEO da FVL Consórcios e especialista em expansão de franquias no setor financeiro, esse movimento amplia o acesso ao empreendedorismo.

“O crescimento das franquias fora dos grandes centros está diretamente ligado à redução de custos e à possibilidade de operar com estruturas mais leves. Isso permite que mais pessoas empreendam com menor investimento inicial”, afirma.

Cidades menores também oferecem um ambiente competitivo diferente.

Com menor presença de grandes redes e maior proximidade com o cliente, o empreendedor tende a construir relacionamento mais direto e acelerar a consolidação da marca local.

“Em mercados menos saturados, o empreendedor consegue se posicionar com mais rapidez. A concorrência é menor e a proximidade com o cliente se torna um diferencial relevante”, diz.

Além disso, o custo de operação tende a ser significativamente mais baixo.

Aluguel, folha de pagamento e despesas gerais costumam ser reduzidos fora dos grandes centros, o que impacta diretamente a margem do negócio e o tempo de retorno do investimento.

Esse cenário tem favorecido modelos de franquia que não dependem de localização premium. É o caso de operações baseadas em serviços, consultoria ou atendimento digital, que podem ser estruturadas em home office ou escritórios compactos.

“A possibilidade de operar sem depender de shopping ou ponto comercial caro muda completamente a lógica do negócio. O foco passa a ser a execução comercial e o relacionamento com o cliente”, afirma.

No caso da FVL Consórcios, o modelo foi estruturado justamente para ser replicável em diferentes regiões do país, independentemente do porte da cidade.

A operação pode ser realizada com estrutura enxuta, o que facilita a entrada de novos franqueados e acelera a expansão da rede.

“O modelo precisa funcionar em qualquer cidade. Quando a operação depende menos de estrutura física e mais de processo e método, ela se torna escalável”, diz.

Outro fator que impulsiona a interiorização é o crescimento econômico de cidades fora dos grandes centros.

Dados do IBGE mostram que municípios de médio porte têm registrado aumento de renda e consumo nos últimos anos, criando demanda para novos negócios e serviços.

Na prática, o movimento de expansão para o interior representa uma mudança estrutural no franchising brasileiro. Em vez de concentrar operações em grandes capitais, as redes passam a buscar capilaridade e presença regional.

Para o empreendedor, isso amplia as possibilidades de entrada no mercado com menor risco e investimento mais acessível. Ao mesmo time, exige capacidade de execução e adaptação ao perfil local.

“Oportunidade existe, mas o resultado continua dependendo da gestão. O modelo facilita, mas não substitui a execução. Quem entende o mercado local e aplica o método com consistência tende a se destacar”, conclui.

 

Sobre Carlos Fuzinelli

Carlos Fuzinelli é CEO e cofundador da FVL Consórcios e atua há mais de 15 anos no mercado de consórcios. À frente da companhia, lidera as frentes de crescimento, inovação comercial e expansão nacional, com destaque para o desenvolvimento do modelo de franquias, considerado estratégico para ampliar a presença regional da marca.

Sob sua gestão, a FVL projeta alcançar 60 franquias em operação até o final de 2026. Empreendedor e gestor, também participa da administração de empresas do grupo, contribuindo para a diversificação do negócio e a consolidação de um ecossistema orientado por eficiência, transparência e relacionamento de longo prazo.

 

Sobre a FVL Consórcios

Fundada em 2019 por executivos com ampla experiência no setor, a FVL Consórcios se consolidou como uma das principais corretoras de consórcios do Brasil, com atuação nacional tanto na venda direta ao consumidor quanto por meio de um modelo estruturado de franquias.

A empresa se posiciona como uma consultoria financeira especializada, oferecendo soluções de planejamento para aquisição de bens, formação de patrimônio e investimentos de médio e longo prazo por meio de consórcios.

Um dos diferenciais da FVL é a metodologia própria de vendas e relacionamento, desenvolvida pelos fundadores a partir da prática de mercado e aplicada de forma padronizada em toda a operação. Com estratégia clara de expansão e foco em crescimento sustentável, a companhia tem como meta ultrapassar R$ 1 bilhão em vendas de consórcios até 2026, reforçando seu posicionamento como referência em planejamento financeiro e geração de patrimônio no país

 

Fonte: Lara Visibilidade Estratégica
 
 

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