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5 negócios que começaram dentro de casa e que hoje faturam milhões

03/04/2020

Falta de dinheiro e a necessidade de adaptar as suas rotinas fizeram com que muitos empresários de sucesso começassem em casa. E o resultado foi surpreendente!

Realizar o sonho de ser o seu patrão motivou muitos brasileiros a abrir o seu próprio negócio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 98% das empresas com CNPJs abertos são empresas que começaram em casa.

Adaptar a sua rotina e ainda ter pouco investimento financeiro pode favorecer o modelo de negócio. Muitos ainda conciliam o emprego registrado e a gestão da empresa, o que favorece ter o negócio no próprio lar.

Como é o caso de Alexandre Loudrade e Vinicius Almeida, donos da Evolute Cursos, em 2008 eles eram colegas que vendiam cursos profissionalizantes e que como muitos tinham dificuldades financeiras. “Para sobreviver e conseguir investir no nosso negócio, até fazíamos a venda dos cursos dos nossos concorrentes. Na época ninguém entendeu muito bem isso, mas o valor dessa comissão permitia que a gente fizesse nossa própria escola crescer”, explica Almeida.

A ideia deu tão certo que hoje, os sócios da Evolute, tem uma rede de franquias. Segundo dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising), de 2016 a 2017, o número de franquias cresceu cerca de 2%. Unir a vontade de ter o próprio negócio com uma rede já estruturada pode também ser uma boa alternativa. Nesse cenário, as franquias tornam-se atraentes já que é são modelos já testados.

Veja 5 histórias e se inspire a dar o primeiro passo:

 

  • Eles só tinham 3 mil reais, hoje possuem uma rede de franquias

 

Evolute

Alexandre Loudrade e Vinicius Almeida, donos da Evo Estágios e Evolute (Foto: divulgação)

Franquia que começou no andar de baixo do sobrado onde Alexandre Loudrade e Vinicius Almeida moravam, com computadores alugados e mobiliários emprestados. Os dois colegas, anos antes, vendiam cursos profissionalizantes. Com um empréstimo de 3 mil reais começaram o seu negócio de educação.

O modelo de negócio novo e, focado em cursos para a classe C e D foi tão bem recebido que em dois anos eles já tinham uma unidade na cidade vizinha de Taubaté, sede da franqueadora. Depois que um ex concorrente pediu para abrir uma franquia, eles enxergaram ali uma ótima oportunidade.

Alguns anos depois, a Evolute inovou e entregou ao mercado o modelo de microfranquias “Sempre tivemos interesse em democratizar o empreendedorismo. Isso significa diminuir o preço para quem quer começar e reduzir o risco. Com 70 mil reais é possível chegar a um faturamento de 600 mil por ano, explica Almeida.

 

  • De pai para o Brasil

 

Chiquinho Sorvetes

Isaías Bernades, dono da Chiquinho sorvetes (Foto: Divulgação)

Em Guaíra cidade do interior paulista, senhor Francisco viu a oportunidade de montar um negócio para o filho Isaías Bernades batizando assim de Chiquinho sorvetes. Aproveitaram o estilo de vida pacato das cidades do interior e apostaram na máquina italiana de sorvetes. O barato e familiar sorvete de casquinha que já é rotina dos fins de tardes ensolarados e das conversas em pracinhas. Assim nascia a Chiquinho Sorvetes, que hoje fatura mais de 45 milhões. “Grandes redes, que poderiam concorrer com a Chiquinho, ainda não chegaram às cidades menores”, afirma Bernardes. “Enquanto elas não se interessam por esse mercado, nós aproveitamos o bom momento para expandir nossa marca.”

 

  • Preocupação de mãe

 

Mundo Verde

Isabel Maria Antunes Joffe, fundadora do Mundo Verde (Fonte: Divulgação)

Há 30 anos atrás, Isabel Maria Antunes Joffe começou as pesquisas de alimentação natural para criar as filhas. Criou uma filosofia e um estilo de vida. Juntou as economias com o marido e mais dois cunhados e abriu a Mundo Verde, o que era pra ser uma “lojinha de natureba”, se tornou um conceito internacional.

“O Mundo Verde nasceu de um sonho de levar qualidade para a alimentação e para a vida das pessoas, promover a cultura do bem-estar, divulgar e fortalecer o respeito ao meio ambiente, o consumo consciente, a responsabilidade social e a cidadania”, ressalta Isabel, que também é diretora de Marketing e ombudsman da rede.

A rede hoje está presente hoje nos 25 estados do Brasil com mais de 400 lojas.

 

  • 21 bolos que se tornaram 350 lojas

 

Casa de Bolos

Vó Sônia, com os filhos Eduardo, Rafael, Fabrício e Daniel (Foto: divulgação)

Diante das dificuldades financeiras que a família vivia, Sônia Maria Napoleão Ramos precisava fazer algo. Ela que sempre amou reuniões de família e começou a fazer os bolos um pouco mais trabalhados para vendê-los.

Quando seu filho, Rafael foi desligado do trabalho viram a oportunidade de negócio. “No primeiro dia de produção, fizemos 21 bolos. Foram alguns meses nessa rotina, até percebermos que a demanda era alta e o nosso negócio, que começou na simplicidade e necessidade, tinha muito potencial para crescer”, conta Sônia.

Hoje a rede de franquias de Casa de Bolos, tem 350 lojas espalhadas em 16 estados brasileiros.

  • Sangue e Paixão

 

Piticas

Felipe e Vinícius Rossetti, donos da Piticas (Piticas/Divulgação)

Os irmãos Felipe e Vinícius Rossetti, sempre foram apaixonados pela cultura Nerd e Pop Americana e viram nesse nicho a possibilidade de abrir a Piticas. Juntaram capital, mas se esbarraram na dificuldade de ter esses produtos licenciados. Começaram a desenhar as próprias estampas, logo veio a parceria com o Nickelodeon para a coleção do Bob Esponja.

“Em 2008, era um mercado apagado e ser nerd não era algo reconhecido. O crescimento dos eventos e a mudança na estratégia dos estúdios de filmes, com uma expansão além dos antigos fãs, ajudaram esse mercado a crescer”, diz Felipe.

Hoje são 362 franquias e a venda cresceu pra outros nichos como canecas, meias e chaveiros

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