Instalada em Canoas, na Grande Porto Alegre, a nova unidade franqueada conta com seis cadeiras para atendimento e inteligência tecnológica para atendimento ao cliente
Primeira unidade franqueada da Blow – Escova Inteligente no modelo Smart – um salão de beleza especializado em escovar os cabelos com recepção 100% automatizada, que independe do atendimento humano para que os clientes agendem serviços, sejam recepcionados ou finalizem seus pagamentos.
Graças à tecnologia, a Blow – Escova Inteligente oferece aos seus franqueados a possibilidade de ter uma operação enxuta, com menor custo e maior rentabilidade, já que um funcionário é capaz de gerenciar a franquia.
E essa novidade foi fundamental para que a cardiologista infantil Leydi Ortega, de 43 anos, se interessasse pelo negócio.
“Eu sempre quis empreender em uma área que fosse diferente da rotina estressante de uma UTI, que é a área médica na qual atuo.
Como cliente da Blow, me sentia leve a cada atendimento, então, tenho a perspectiva de que a operação será igualmente prazerosa”, prevê Leydi.
Carreiras paralelas
Leydi Ortega cursou Medicina em Bogotá, Colômbia, sua terra natal.
Casada com um médico, tinha o interesse em cursar especialização no Brasil, já que seu país valoriza médicos que fazem residência no exterior.
“Fui aceita na residência em Pediatria do Hospital das Clínicas, em Porto Alegre e, logo, emendei a segunda residência, desta vez em Cardiologia, que cursei no Brasil e em Barcelona.
Mas fincamos raízes no Brasil e aqui estamos”, conta.
De cliente fiel a franqueada
Leidy sempre gostou de escovar seus cabelos, mas se incomodava com o fato de ser cobrada a mais por causa do volume dos cabelos.
Há cinco anos, entretanto, ela conheceu a Blow – Escova Inteligente.
“Virei cliente porque, além do resultado do trabalho me agradar, eu pagava um preço fixo e ainda desfrutava do Clube do Blow, um programa de benefícios que ainda me trazia mais vantagens”, conta.
Depois do nascimento de sua filha, a médica sensibilizou-se ainda mais com a causa infantil – e o trabalho na UTI começou a se tornar pesado.
“Somos profissionais e preparados para lidar com a dor alheia, mas o sofrimento cotidiano é uma sobrecarga.
Então, a Blow surgiu como uma válvula de escape, um trabalho que me faz lidar com a beleza e a alegria”, pondera.
Para dar conta da jornada, ela contará com a ajuda do marido e sócio, William Javier.
“Não abandonarei a Medicina, apenas conciliarei as atividades.
E pretendo, em breve, ter mais unidades Blow, me tornando uma multifranqueada”, diz.
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Fonte: Blow