Empreender no Brasil exige mais do que vontade: exige decisão, constância e, principalmente, ação. Para o casal Jocirley e Renicia, da cidade de Novo Repartimento, no Pará, essa jornada começou de forma tímida, mas se transformou, ao longo de quase dois anos, em um negócio sólido, estruturado e com resultados expressivos.
Recém-casados na época em que conheceram a PremiaPão, Jocirley trabalhava como CLT enquanto Renicia atuava como autônoma. Apesar do desejo de crescer, ainda não haviam encontrado um modelo de negócio que oferecesse potencial de escala e segurança para dar o próximo passo. Foi nesse cenário que surgiu o primeiro contato com a franquia.
“A gente sempre teve vontade de crescer, mas ainda não tinha encontrado algo que realmente tivesse potencial. Quando conhecemos a PremiaPão, vimos uma oportunidade diferente.”, contam.
Mesmo com o interesse inicial, o começo não foi imediato. O medo travou as primeiras ações.
“Confesso que ficamos travados no início. Passamos quase um mês sem ir pra rua prospectar por medo, mas a gente decidiu não desistir. Entendemos o negócio e fomos pra cima.”
Com o passar do tempo, o casal começou a construir consistência nos resultados, algo que, segundo eles, está diretamente ligado à forma como enxergam o negócio.
“A constância vem de posicionamento. A gente não vende anúncio, a gente vende resultado e presença de marca.”
Outro ponto-chave foi a mudança na forma de lidar com o cliente após o fechamento.
“A maioria para quando fecha contrato. A gente começa ali. Isso faz toda a diferença pra manter clientes e gerar novas campanhas.”
Da venda de espaço à estratégia de marketing
A evolução também ficou evidente na forma de atuação comercial. O que antes era uma abordagem mais básica, hoje se tornou estratégica.
“No começo, a gente vendia espaço no saquinho. Hoje, a gente vende estratégia. Antes a gente explicava o produto, hoje a gente mostra o impacto.”, explica Jocirley.
Essa mudança de visão refletiu diretamente na forma como conduzem o negócio.
Um negócio consolidado e com potencial de crescimento
Com mais de R$130 mil em campanhas realizadas, Jocirley e Renicia passaram a enxergar a operação com mais clareza e segurança.
“Hoje a gente vê isso como um negócio sólido e escalável. Não é mais uma tentativa, é uma empresa. A responsabilidade aumentou, mas a visão também. A gente entende que dá pra crescer muito mais.”
Relacionamento como base da recorrência
Para o casal, o crescimento sustentável está diretamente ligado ao relacionamento com os clientes.
“É tudo. O cliente renova quando ele se sente lembrado, valorizado e vê movimento. A gente faz ações, visitas, brindes, vídeos… mantém o cliente vivo dentro da campanha. Isso gera confiança, e confiança gera renovação.”
A rotina operacional segue um modelo claro e direto.
“Hoje nossa rotina é focada em três coisas: prospecção, fechamento e pós-venda.”
Essa consistência no dia a dia é o que mantém o negócio em movimento.
“Todos os dias a gente fala com novos clientes, acompanha os atuais e pensa em formas de gerar mais valor. Não é só vender, é manter o ciclo rodando.”, conta Renicia.
Potencial do interior como oportunidade de crescimento
Mesmo fora dos grandes centros, o casal encontrou um mercado promissor.
“Novo Repartimento é uma cidade em crescimento, com muito comércio e pouca mídia estratégica. Isso faz com que a PremiaPão se destaque muito.”
Do início tímido a case de sucesso
O impacto da trajetória vai além do faturamento.
“Sem dúvida, sair do zero, travados, pra um faturamento alto e reconhecimento foi o mais significativo.”
Hoje, eles já colhem os frutos dessa evolução.
“Já fizemos lives, temos clientes renovando e somos reconhecidos. Isso mostra que o negócio funciona de verdade.”
Com uma base consolidada, o casal agora mira novos objetivos.
“Queremos crescer ainda mais as campanhas, aumentar nossa base de clientes e fortalecer a marca na cidade.”
O plano é claro:
“Queremos que a PremiaPão seja a principal mídia local quando alguém pensar em divulgar.”
O conselho de quem executou e cresceu
Ao refletirem sobre a própria trajetória, Jocirley e Renicia deixam um conselho direto para quem está começando.
“Não espere se sentir pronto pra começar. A gente ficou travado no início e isso só atrasou nosso crescimento. Entenda o produto, acredite no processo e vá pra rua. Quem executa, cresce.”
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Fonte: Premiapão