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Arnaldo DiBlasi começou a fazer pizzas para eventos para gerar renda extra e hoje tem rede de franquias com clientes famosos
Arnaldo DiBlasi, 39 anos, teve a ideia de empreender enquanto era funcionário de um banco, há cerca de nove anos.
No prédio em que ele trabalhava eram vendidas mini pizzas como snacks, e aquilo lhe despertou a atenção: a pizza fininha, sem borda, poderia ser servida em eventos.
O empreendedor chamou um colega e eles resolveram iniciar um negócio como fonte de renda extra.
“Começamos a empresa comprando 30 pratos, 30 copos, 30 talheres e um forno”, relembra.
Assim nasceu a Di Blasi.
Eles apostaram no nicho de buffet para festas, e acabaram atraindo a atenção de famosos.
Atualmente, os produtos da marca estão nos stories de nomes como Deborah Secco, Lexa, Giovanna Antonelli e Cléo.
Com o tempo, chegaram a fazer até 40 eventos mensais.
O sucesso era tanto que DiBlasi resolveu deixar o emprego para se dedicar ao negócio.
O sócio não topou a aventura e o empreendedor seguiu sozinho.
DiBlasi continuou o negócio em formato de buffet para festas até que conseguiu participar do Rock in Rio 2017.
Durante o festival, ele comprovou a boa aceitação do produto e percebeu que também poderia ganhar dinheiro trabalhando com delivery, para atingir um público maior.
Um ano depois, após muitos estudos, a criação de novas receitas e a análise do mercado de entregas, abriu a primeira unidade da Di Blasi Pizzas Artesanais no Rio de Janeiro (RJ).
“Fizemos as pizzas especificamente para o delivery, para chegarem boas na casa do consumidor.”
Hoje, DiBlasi tem mais dois sócios, Vitor Moraes, de 39 anos, e Tiago Silva, 35, e formatou o negócio para franquias.
Já são sete lojas em operação e mais duas negociadas para serem inauguradas até janeiro de 2022.
Todas têm como foco o delivery, o que ajudou a empresa a passar pela pandemia de forma mais sustentável.
Nos dois últimos anos, a divisão de eventos, que ainda existe, foi a que mais sofreu.
Hoje, DiBlasi diz que essa parte ficou mais como uma renda secundária para o negócio.
O objetivo atual é divulgar as franquias.
“Nossa parte de eventos sentiu bastante o impacto da pandemia, no entanto, nosso delivery cresceu significativamente, acelerando o processo de mudança, já que estávamos inseridos nesse mercado com expertise.
Nos ajudou a não patinar quando todo mundo veio para o deivery”, diz.
O carro-chefe entre as pizzas salgadas da DiBlasi é a Catupperoni, que tem uma bolinha de catupiry dentro de cada fatia de pepperoni.
Já entre as pizzas gourmet, a mais pedida é a de parma com grana padano e rúcula.
“Nessa temos uma particularidade bacana: a rúcula, depois de lavada e seca, vai colada na caixa, na parte de fora, pra chegar fresca até o consumidor.”
O tíquete médio da empresa é de cerca de R$ 96.
A DiBlasi vai fechar o ano com um faturamento de R$ 2,3 milhões. Para 2022, a previsão é abrir 25 unidades no Rio, Minas Gerais e Espírito Santo, e chegar a R$ 8 milhões em receita.
O maior mercado de pizzas do país terá de esperar um pouco para ter uma unidade.
“São Paulo é um mercado muito competitivo e queremos chegar lá com um posicionamento de marca muito mais forte do que hoje.”
A previsão é olhar para o mercado paulista em 2023.
O investimento inicial para ter uma franquia da DiBlasi é de a partir de R$ 230 mil, para uma loja de 60 metros quadrados.
O valor contempla taxa de franquia, projeto arquitetônico, instalações, capital de giro, entre outros aportes iniciais.
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Fonte: Markable Comunicação