A Camerite nasceu em Santa Catarina, em 2012, com uma proposta simples e, para a época, bastante ousada.
Conectar câmeras espalhadas pelo país e permitir que qualquer pessoa acompanhasse imagens de trânsito, clima e situações do dia a dia à distância.
Naquele momento, a empresa ainda se chamava VejaAoVivo e tinha como foco principal a transmissão dessas imagens.
Um episódio específico ajudou a mudar esse caminho.
Em 2013, durante o acidente com um guindaste nas obras da Arena Corinthians, em São Paulo, emissoras de televisão buscaram imagens de uma câmera próxima ao local.
A câmera existia, mas não havia gravação nem organização daquele conteúdo.
As imagens não puderam ser usadas.
Ficou claro ali que imagem sem registro, sem estrutura e sem inteligência perde valor rapidamente.
A virada começou a tomar forma em 2016.
Em um cenário de crescimento da criminalidade no país, a empresa passou por uma transformação importante.
O nome mudou para Camerite e a operação passou a gravar e armazenar imagens em nuvem.
O foco deixou de ser apenas mostrar imagens e passou a ser organizar, estruturar e extrair informação a partir delas.
Com o avanço da tecnologia, a Camerite evoluiu junto.
A inteligência artificial foi incorporada à plataforma e o uso das imagens se expandiu para além da visualização.
Passaram a apoiar investigações, projetos de segurança pública e iniciativas privadas, sempre com a lógica de transformar vídeo em informação útil.
Nesse processo, o modelo colaborativo ganhou força.
Pessoas, empresas e instituições passaram a compartilhar imagens de forma estruturada, ampliando áreas cobertas e fortalecendo a proteção coletiva.
Desde então, mais de dois mil parceiros já passaram pela plataforma, com mais de cem mil usuários envolvidos em projetos espalhados por mais de quinhentas cidades brasileiras.
Esse crescimento consolidou a Camerite como uma das principais plataformas de gestão de imagens da América Latina, unindo tecnologia, inteligência artificial e colaboração entre diferentes pessoas, empresas e instituições.
Em 2019, a empresa deu mais um passo estratégico ao estruturar o modelo de franquias.
A ideia era clara. Permitir que empreendedores levassem a solução para novas regiões do país, com escala, padronização e um modelo de negócio mais leve, baseado em software, dados e recorrência.
Já em 2025, a Camerite entrou em uma nova fase.
A marca passou por um rebranding completo e, mais importante, por um reposicionamento estratégico.
A empresa deixou de se apresentar apenas como uma plataforma de gestão de imagens e passou a atuar de forma clara como desenvolvedora de inteligências artificiais voltadas à resolução de problemas de negócio.
Essa nova geração de IAs ampliou o papel das imagens.
Além da segurança preventiva, com alertas personalizados e atuação antes do risco virar ocorrência, os dados passaram a apoiar decisões operacionais, estratégicas e de gestão em diferentes segmentos.
Hoje, a Camerite é resultado desse caminho.
Uma empresa que começou conectando câmeras, evoluiu organizando imagens e agora transforma vídeos em informação estratégica para proteger pessoas, apoiar decisões e ajudar negócios a funcionarem melhor.
Um movimento que não olha apenas para o que já aconteceu, mas aponta para o futuro da segurança e da inteligência aplicada.
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Fonte: Camerite