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Com tecnologia, padronização e suporte intensivo, a ortodontia torna-se um dos modelos mais previsíveis e seguros do franchising de saúde
Empreender em 2026 exige algo que se tornou essencial no ambiente econômico brasileiro: previsibilidade.
Com a Selic encerrando 2025 em 15%, mas com projeção do Banco Central de chegar a 12% até o final de 2026, muitos profissionais e investidores passam a buscar alternativas que ofereçam segurança, retorno acelerado e estabilidade — especialmente em um ano eleitoral, que naturalmente amplia a volatilidade.
Para o planejador financeiro David Parnes, esse movimento é racional e esperado.
“Em um ano incerto, o investidor não procura aventura”, afirma.
“Ele procura eficiência, previsibilidade e um modelo já testado.
E franquias de saúde, por terem margem alta e receita recorrente, sofrem muito menos com oscilações econômicas.”
Essa análise é reforçada por estudos de mercado que mostram que negócios baseados em contratos contínuos e fluxo recorrente — como a ortodontia — preservam caixa mesmo em ciclos de juros elevados, mantendo estabilidade enquanto outros setores desaceleram.
É nesse ambiente que redes como a OrthoDontic, líder nacional em ortodontia recorrente, se destacam no franchising.
Mas é nas histórias reais dos franqueados que o impacto desse modelo fica ainda mais evidente.
A história de Thays Frankiu, franqueada da OrthoDontic em Araquari (SC), é um exemplo poderoso de como o empreendedorismo pode nascer de um momento de transição.
Durante 13 anos, ela trabalhou em três consultórios simultaneamente, com longas jornadas e pouco tempo para si.
O nascimento da filha, porém, mudou suas prioridades.
“Eu queria continuar produzindo, mas não queria voltar para aquela vida”, conta.
“Eu precisava de um negócio que não dependesse só do meu atendimento clínico.”
Foi nesse processo que encontrou a OrthoDontic — um modelo recorrente, com demanda constante e suporte completo.
A decisão exigiu coragem: Thays investiu R$ 520 mil, parte do valor originalmente reservado para construir a casa da família.
“Foi um salto no escuro.
Pegamos o dinheiro da nossa casa e investimos na clínica.
Agora precisamos recuperar para construir depois.”
A unidade inaugurou em fevereiro de 2025 e rapidamente surpreendeu.
O ponto de equilíbrio veio no terceiro mês. O lucro, no sétimo.
A equipe cresceu para sete dentistas, e o fluxo diário aumentou de forma constante.
“No começo, eu levava marmita enquanto as meninas almoçavam fora.
Elas tinham salário. Eu não. Meu salário era fazer o negócio girar”, conta com sinceridade.
Hoje, Thays opera com estabilidade, planeja ampliar o espaço físico e já projeta a abertura de uma segunda unidade.
“Prefiro ter 500 pacientes pagando todo mês do que depender de um orçamento que pode nunca voltar.”
A trajetória de Susan Brandão Piassi revela a potência do modelo especialmente para quem já tem uma clínica, mas não consegue fazê-la prosperar.
Aos 21 anos, recém-formada, Susan abriu sua própria operação em Passos (MG).
Por quatro anos, lutou para mantê-la de pé: fluxo baixo, pouca previsibilidade, marketing improvisado, estrutura limitada — e nenhum lucro.
“Eu fazia tudo. Atendia, comprava material, fechava caixa, tentava divulgar. Mas não tinha estrutura para crescer”, relembra.
Em 2024, decidiu converter sua clínica para o padrão OrthoDontic.
Investiu cerca de R$ 200 mil, combinando recursos próprios, ajuda da família e empréstimo bancário.
A mudança foi transformadora.
O break-even chegou em três meses.
O lucro, no sexto.
E uma clínica antes pequena e incerta tornou-se uma operação robusta, com quase vinte profissionais, processos estruturados, marketing profissional e suporte diário da franqueadora.
“Eu nunca tinha experimentado ter uma operação organizada de verdade.
O resultado veio porque finalmente tive método, suporte e dados.”
Um ano depois, Susan assinou contrato para a segunda unidade, que abre em 2027.
“Passei quatro anos tentando sozinha. Com a franquia, em um ano construí o negócio que sempre sonhei.”
Segundo o planejador financeiro David Parnes, o padrão é claro: modelos recorrentes tendem performar melhor mesmo em períodos de juros elevados.
“Negócios recorrentes têm comportamento mais estável.
O empreendedor enfrenta menos volatilidade e consegue projetar melhor o fluxo de caixa — algo essencial para quem está começando”, explica.
A CEO da OrthoDontic, Lorraine Marcondes, reforça que o desempenho das unidades é fruto de anos de investimento em tecnologia, padronização e inteligência operacional:
“Investimos muito em eficiência operacional, padronização, tecnologia e inteligência comercial.
Isso reduz a curva de aprendizado do franqueado e acelera o retorno.
Quando a operação é sólida, o investimento se torna mais seguro — e o crescimento, mais consistente.”
A rede vive um momento de maturidade, resultado de digitalização da jornada do paciente, processos refinados e suporte intensivo às unidades.
Conclusão
Se 2026 exige cautela, ele também recompensa quem aposta em modelos sólidos, previsíveis e orientados por método.
Thays Frankiu e Susan Brandão Piassi mostram que investir em uma franquia odontológica — especialmente em um modelo ortodôntico recorrente — pode transformar não apenas um negócio, mas uma vida inteira.
Ambas encontraram na OrthoDontic segurança, estrutura e potencial de crescimento real.
Ambas construíram negócios escaláveis, lucrativos e sustentáveis.
E ambas provam que, com a estrutura certa, é possível transformar anos de dificuldade em meses de resultado.
*Por Publieditorial