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Engenheira desiste da carreira, abre franquia de idiomas e fatura mais de R$ 30 milhões por ano

10/01/2019

franquia de idiomas

Quando Renata Morais da Silva, 38, decidiu fazer faculdade, optou por seguir os passos do pai, Romeu Morais da Silva, 71, e cursar engenharia. No penúltimo ano da graduação, sentiu que, apesar de gostar da área, não era o que imaginava seguir como carreira.

Sabendo sobre a dificuldade da filha, Silva tentou buscar alternativas para Renata. Lembrou que ela já havia feito dois intercâmbios e falava inglês fluentemente, e arrendou uma unidade de uma franquia de curso de idiomas para a filha tocar.

Renata ficou encantada com a nova atuação e entrou de cabeça no negócio. Mesmo com toda a sua dedicação, a marca encerrou as atividades de todas as suas unidades dois anos depois. A medida não inibiu a empresária, que decidiu abrir a sua própria escola de idiomas.

Em 2004, surgiu a primeira unidade da Rockfeller Language Center, em São José, na grande Florianópolis (SC). A marca virou franquia em 2008 e não parou mais de crescer.

“Chamei o André Belz (38), que era coordenador da outra escola, para me ajudar a estruturar o negócio, e ele acabou juntando-se a nós e virou sócio da Rockfeller”.

A empresária conta que a abertura da escola exigiu um investimento inicial de R$ 600 mil. “O investimento foi alto porque construímos a escola já pensando em transforma-la em franquia. Padronizamos os processos, criamos nossa própria metodologia de ensino e material didático.

Além disso, desenvolvemos nossa logomarca e tivemos todos os gastos com mobiliário e estrutura da escola. A escolha da marca se baseou em um nome forte, que transmitisse credibilidade e tivesse ligação direta com um país da língua inglesa, no caso os Estados Unidos, segundo Renata.

Depois de pouca discussão, o trio chegou ao nome Rockfeller . Os Rockefellers construíram sua fortuna no ramo do petróleo nos séculos XIX e XX, quando John D. Rockefeller e seu irmão William Rockefeller fundaram a poderosa Standard. “Esse nome representava toda a credibilidade e associação com os Estados Unidos, que queríamos transmitir.”

 

Expansão

A Rockfeller Language Center iniciou sua atuação com uma escola e oito funcionários. Hoje a rede tem 43 unidades em operação e em torno de 468 colaboradores, incluindo franqueadora e franquias. Cada unidade tem a média de 12 funcionários. Em 2017, o faturamento de toda a rede atingiu quase R$ 29 milhões e em 2018, R$ 31 milhões. A meta até o final de 2019 é de 60 unidades no total. E 100 em três anos.

Para abrir uma unidade da rede, o investimento varia de R$ 95 mil a R$ 400 mil, dependendo da cidade e do porte da escola. Os valores englobam taxa de franquia, montagem e capital de giro.

 

Metodologia

Segundo Renata, a rede foi uma das primeiras a adotar as lousas interativas e, depois, as TVs interativas. A escola também traz como diferencial a sua carga horária. As aulas são de 80 minutos, 20 minutos a mais que a maioria, o que no final do curso garante 60 horas a mais de aprendizado e prática, o equivalente a um ano a mais de conteúdo.

“Com mais tempo na sala e com aulas voltadas a 100% de conversação, o nível de desempenho dos nossos alunos é muito elevado. A turma também é reduzida há oito estudantes por aula, o que aumenta o aproveitamento.”

Renata adianta que no ano que vem a rede vai investir em cursos a distância. A escola também contará com o Rockfeller Play – um espaço moderno com vários computadores onde o aluno poderá escolher o horário que deseja ir à unidade para fazer o curso sozinho. “Haverá um tutor na escola que pode orientar o aluno. O software é totalmente interativo, reconhece a voz dele e responde todas as suas perguntas.”

 

Investimento inicial para o modelo tradicional: de 150 mil a 400 mil reais
Investimento inicial para o modelo compacto: a partir de 95 mil reais
Prazo de retorno: de 24 a 36 meses

 

QUERO FALAR COM A FRANQUIA ROCKFELLER

 

 


Por Portal do Franchising