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Sexo frágil? Não no Mundo das Franquias!

08/03/2017

Mulheres nas franquias

Segundo pesquisa realizada pela ONU Mulheres e o portal PapodeHomem, com viabilização do Grupo Boticário, 95% das mulheres e 81% dos homens entrevistados concordam com a afirmação de que o Brasil é um país machista.

Mesmo diante deste cenário, hoje existem diversas mulheres que se tornaram donas do próprio negócio e enfrentaram as inúmeras imposições da sociedade. São relatos de superação e dedicação, confira e inspire-se!

Simone Carreira, fraqueada da Mary Help

Executiva abriu mão da carreira para ficar mais junto dos filhos e hoje faz sucesso como franqueada. Simone Carreira, após ser demitida, investiu sua rescisão em uma área que nunca havia atuado. Hoje a ex-executiva comanda a franquia Mary Help em São Paulo. Considerada destaque da rede, no final de 2016, a unidade dela dobrou o faturamento, chegando a 97% de crescimento se comparado a 2015. “Não me arrependo em nenhum momento de ter mudado de área, estou feliz, realizada e conseguindo equilibrar melhor minha vida pessoal e profissional”.

Mayla Gil, fraqueada da Mary Help

Mayla Gil trabalhou por 7 anos em um grande hospital de São Paulo e o seu marido Evandro por quase 5 em uma empresa de leilões judiciais.  No primeiro semestre de 2016, ambos foram demitidos de seus respectivos empregos e foi aí que decidiram investir em uma franquia da Mary Help.  Mayla, além de trabalhar com o marido, conta com a participação de sua filha nos negócios. Com apenas 6 meses de operação, no ano passado, a franquia teve um faturamento bruto de R$ 56 mil.

“Empreender em um país em que a palavra “crise” ficou muito forte não é tarefa das mais fáceis, contudo, o nosso ramo de atuação está em crescimento constante e não houve um dia sequer em que não vendêssemos nossos serviços desde a inauguração da unidade que fica em Santana”.

Luciana Corradi Cano, franqueada da Seguralta

Após ser demitida da empresa que atuou por 5 anos, Luciana Corradi ficou desesperada em ver que as remunerações oferecidas em outras empresas eram inferiores ao que ganhava. Em conversa com seu atual marido, que tinha experiência na área de seguros, decidiram arriscar nesse mercado. Foi no final de 2013 que Luciana abriu a franquia Seguralta em São Bernardo do Campo.

“Logo que eu abri a franquia, acabei engravidando e tive uma gestação bem corrida, tinha que cuidar da empresa e ao mesmo tempo cuidar da minha filha que estava por vir. Fui muitas vezes com barrigão fazer cursos e atender clientes. Acabei tornando meus dois maiores sonhos em realidade, tudo de uma só vez. Quando minha filha nasceu, veio minha maior dificuldade, pois estava com uma bebê recém nascida e que nasceu com um probleminha de Fenda Palatina. Passei 15 dias dentro de uma UTI  com minha filha e trabalhando de lá. Foi um período bem tenso, mas tudo deu certo”.

Com a filha em tratamento, Luciana agradece muito por ter se tornado empreendedora “Hoje tenho tempo para o tratamento da minha filha, trabalhar e cuidar de todo o restante”.  Em 2016 ela ganhou o premio do TOP 10 da Seguralta, ficaram em 10º lugar dentro dos franqueados Home Office.

Dora Teixeira, franqueada da Seguralta

Em conversas com seu irmão, Dora sempre falava do seu sonho de empreender, mas nunca levava a diante. Após um triste acidente que resultou na morte de seu irmão, a empreendedora que já trabalhava com seguros há mais de 12 anos, decidiu apostar em seu próprio negócio e entrou para a Seguralta.

“Em minha caminhada, passei por diversos desafios, mas nunca desisti, tenho para mim que todos os sonhos possam se tornar realidade. Com o apoio que tenho da franquia, em especial pelo atendimento do meu consultor, estou desempenhando um trabalho melhor a cada dia. Acredito estar mais próxima da minha família e mais próxima ainda da realização profissional”.

Roberta Muscovich Ribeiro, franqueada da Home Angels

Roberta Muscovich começou a trabalhar desde cedo e sempre teve o sonho de se tornar uma profissional de sucesso.

“Batalhei e fiz minha primeira faculdade, o que me deu ingresso a uma grande empresa no ramo da aviação. Fiquei por 15 anos neste segmento, alcancei o posto que almejava, fiz pós-graduação e ainda assim, sentia que faltava alguma coisa”.

Foi então que Roberta decidiu voltar para a graduação e concluir o curso de psicologia. Nesse período, se tornou mãe e deixou o mundo corporativo para ter mais tempo com a família. Montou um consultório clínico e mesmo assim sentia um vazio. “A vontade de empreender estava sempre acesa dentro de mim, mas queria algo que eu gostasse realmente de fazer, foi quando encontrei a Home Angels, que unia todos os preceitos que eu queria: cuidar de pessoas e ter meu próprio negócio. Hoje posso administrar minha empresa e minha vida pessoal como sempre sonhei”.

Daniele Alaite, franqueada da Home Angels

Daniele Aleite se dedicou por mais de 20 anos à profissão de Fisioterapeuta. Com todo conhecimento adquirido na área, a franqueada viu uma grande oportunidade de empreender fazendo o que mais ama: cuidar de pessoas.

“O aprimoramento que tive ao longo de todos esses anos, foi de fundamental importância para o êxito da minha unidade Home Angels em Campinas”.

Com personalidade forte e muita dedicação, recentemente, Daniela abriu uma nova unidade localizada em Americana. “A trajetória é longa, o trabalho é árduo, mas a satisfação, o amor e o reconhecimento de que estou indo pelo caminho certo é enriquecedor”, finaliza a franqueada.

Ronise Buffoni, franqueada da Tutores

Nascida em Guaxupé (MG), Rosine cursou o Magistério, Pedagogia e posteriormente Psicopedagogia na Unicamp, foi dona de um berçário e lecionou Psicologia da Educação.

Em 2007, se mudou para Itu (SP), onde atuou como Professora do Ensino Fundamental I em um colégio particular por alguns anos, até que sua irmã Rosane a presenteou com uma unidade da franquia Tutores – rede de educação multidisciplinar.

Conhecedora da área de educação, a professora do Ensino Fundamental, viu na Tutores a oportunidade de aliar sua paixão com o empreendedorismo.  Nos sete anos em que é franqueada, fez sua unidade crescer e hoje atende entre 60 e 100 alunos mensalmente juntamente com sua equipe.

A responsabilidade em ter um trabalho satisfatório sempre existiu, porém sendo empresária, Rosine agrega muitas outras responsabilidades de gestão, que como professora não eram necessárias. “Como toda professora de Fundamental I, eu trabalhava demais, levava muitas coisas para fazer em casa, mas adorava tudo isso!”. Agora, Rosine diz que trabalha ainda mais e com uma satisfaça ainda maior.

Léa Bueno, sócia diretora da Tutores

Há 18 anos, ao perceber que seu filho e sua enteada tinham dificuldades de aprendizagem que os impossibilitava de se desenvolverem nos estudos, Léa Bueno começou a estudar o mercado educacional, mas não encontrou uma escola que tratasse com amor e dedicação as diferenças e particularidades de cada criança. Ela fez cursos fora do país e foi na Europa e nos Estados Unidos, onde conheceu a tutoria, ou tutoring.

O método ainda não existia no Brasil Léa começou a testá-lo dentro da própria casa, até perceber que poderia ajudar outras famílias. Decidiu então, junto de seu marido – Artur Hipólito, oferecer a tutoria no Brasil, fundando, assim, a Tutores, franquia para o atendimento de alunos com dificuldades de aprendizagem.

“Nunca fui discriminada, nem veladamente, em todos os ambientes de trabalho que já frequentei. Eu me fiz respeitar! E olha que eu sou formada em Engenharia Civil, uma profissão de maioria masculina”, declara.

A empresária que dedicou parte da sua vida profissional è educação e é mãe de quatro filhos, complementa “O capital humano é o maior bem de uma empresa. Nós, mulheres, já conquistamos um espaço gigantesco no mercado de trabalho porque provamos que podemos trabalhar em pé de igualdade com os homens. Não há lugar mais para discriminação de gênero na sociedade atual, nem de raça, cor, religião ou orientação sexual”.

Katiana Stürmer, franqueada da MTCred

Bancária há 13 anos na mesma instituição, Katiana Stürmer decidiu enfrentar um novo desafio, pediu demissão e decidiu abrir uma franquia da MTCred. Suas dificuldades iniciais foram com relação às dúvidas se o negócio daria certo, se ela teria capacidade para comandar uma empresa e se conseguiria clientes.

“O maior desafio pra mim era ser líder, ser a pessoa que comandava e não a que estava sendo comandada. A lição foi dura, tive muitos obstáculos, mas superados a cada ano que se passava. Com dois anos de loja aberta na cidade de Primavera do Leste, em Mato Grosso, realizei um outro sonho, que era abrir mais uma loja, em outra cidade, Campo Verde”, explica a empreendedora que  hoje comemora o sucesso das unidades que possui.

“Ver minhas duas unidades hoje, após quatro anos, com o faturamento que tinha projetado lá no passado, me torna realizada. Ter sonhos e se arriscar vale a muito a pena. Hoje trabalho muito mais que quando era funcionária. Acordar e ir trabalhar com o que te motiva e te deixa empolgado e feliz é a receita do sucesso.”

Informações para a imprensa:

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