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Franquias enxutas e baratas viram tendência no setor

03/12/2015

Negócios que não demandam ponto fixo e têm valores de manutenção mais baixos são ideais para quem tem pouco capital
As tradicionais franquias do setor de alimentação com suas espaçosas lojas em shoppings vão, aos poucos, cedendo espaço a marcas do segmento de serviço que não demandam ponto fixo e que exigem custos menores para manutenção. A tendência esteve presente na 23.ª Franchising Fair, feira nacional que trouxe a Curitiba mais de 100 marcas que desejam expandir sua atuação no estado.
A ampliação desse tipo de negócio atende a uma gama de empreendedores que tem pouco capital para investir. Normalmente, são redes que precisam de investimento inicial de até R$ 80 mil e, por isso, se encaixam na categoria de microfranquias, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF).
Os franqueados têm a opção de montar o negócio em casa, trailer, quiosque ou outro espaço com até 50 m², o que diminui os custos com a manutenção da loja.
A Easy Charge, que esteve presente na 23.ª Franchising Fair, é um exemplo de franquia que pode ser montada por apenas uma pessoa e não exige ponto fixo. O produto comercializado é um carregador portátil de celular para estabelecimentos comerciais, como bares e restaurantes. O licenciado da marca oferece o aparelho para as lojas e lucra com as propagandas que são veiculadas na tela que acompanha o carregador.
“Percebi que as pessoas vão até as tomadas ou totens fixos para carregar seu celular. A ideia do Easy Charge é levar o carregador até a mesa do cliente”, diz o sócio e diretor comercial da marca, Cassiano Oliveira.
A empresa tem 18 meses de funcionamento e já está presente em 20 cidades, através das franquias. Para ser um licenciado, o investimento inicial é de R$ 38 mil e o tempo de retorno é de um ano e meio. O faturamento médio é de R$ 10 a R$ 20 mil por mês.
Para a diretora da ABF Sul, Fabiana Estrela, os modelos sem ponto fixo atendem ao novo comportamento do consumidor, que busca a conveniência de um serviço ao seu alcance.
“Já faz algum tempo que vem se observando o crescimento de modelos mais enxutos. Os formatos menores reduzem custo, são mais fáceis de gerir e facilitam a vida do cliente, que economiza o tempo pesquisado, além de ser uma tendência de sustentabilidade”, diz.
Claudia Bittencourt, diretora do Grupo Bittencourt, consultoria especializada em franquias, afirma que mesmo as marcas consolidadas estão apostando em multicanais de venda, ou seja, em pontos fixos e móveis. “É uma tendência empresas franqueadoras estruturarem novos modelos de negócios”, diz.
Em alta
O mercado de franquias cresceu 8,2% no terceiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2014, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franchising. Já de janeiro a setembro, o faturamento do setor atingiu R$ 99,4 bilhões, um crescimento de 10,1%.
Os segmentos que mais cresceram em faturamento foram Educação e Treinamento, Negócios, Serviços e Outros Varejos e Veículos, com 15%, seguidos por Hotelaria e Turismo, com 14% de expansão.
Gazeta do Povo – Jéssica Sant’Ana – 25/11
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E o outro site é da Endeavor:

 

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