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Acompanhe os passos da ABF em Cape Town e Johanesburgo

05/08/2010

Entre 16 e 18 de julho e 25 a 28 de julho, representantes da ABF visitaram Cape Town e Johanesburgo, respectivamente. Com uma população próxima de 50 milhões de habitantes, a economia do país é bastante diversificada e oferece boa infra-estrutura de transportes, energia e telecomunicações, aperfeiçoadas por ocasião da copa do mundo de futebol. Além disso, a África de Sul serve de ponto de transbordo entre o mercado latino americano e os países asiáticos e do Oriente Médio.

Possui uma economia equilibrada, sólido sistema financeiro e conta com uma Bolsa de Valores classificada entre as 20 maiores do mundo. Com um sistema político estável, a África do Sul oferece uma estrutura legal confiável, por meio de leis civis, comerciais e trabalhistas. No âmbito das leis relacionadas com a política concorrencial, como direito de copyright, patentes e marcas, estão em conformidade com as normas e convenções internacionais.

A missão a África do Sul contou com a realização de um seminário organizado pela Associação Sul Africana de Franquias – FASA, que trouxe experientes profissionais de mercado para apresentar o mercado sul africano de franquias para o grupo da ABF e para o gestor da Apex, Bruno Amado, que acompanhou o grupo nesta etapa.


Dawie Roodt (Economista) e Christine Schreude, Gerente do IDC – Industrial Development Corporation of South Africa.

Segundo dados da FASA há no país 530 redes franqueadoras, que juntas operam mais de 28 mil pontos de venda e geram 460 mil empregos diretos. Os principais setores de atuação são: Varejo, Restaurantes, Postos de Gasolina, Fast Food e Automotivo. Das redes em operação, 466 marcas são de origem sul africana (88%) e deste total 95 possuem operações em 21 países africanos. A FASA possui 160 associados franqueadores e 31 prestadores de serviços e é membro do World Franchise Council.


Stephen Walters (Fernridge)  e Andre Beck (Standard Bank)

Do ponto de vista de legislação, ainda não há uma lei de franquias no país e recentemente foi elaborado o Código de Defesa do Consumidor, que está para ser regulamentado. `O processo de registro de marcas atende aos tratados internacionais, não sendo burocrático e nem oneroso`, registra Ricardo Camargo, diretor executivo da ABF.

Também foi apresentada uma perspectiva econômica do país, ainda influenciado pelos resultados da copa. Na sequência o grupo conheceu dois programas de financiamento para o setor, um público e outro privado, e que estão impulsionando os negócios de franchising no país. A penúltima apresentação apresentou os desafios para o setor de franchising no país e as oportunidades para o ingresso de marcas brasileiras. O evento foi encerrado com uma apresentação sobre pontos comerciais, principalmente em shoppings, onde foram apresentados alguns custos de ocupação nos empreendimentos mais exitosos.

`O mercado sul africano de franquias é sem dúvida uma excelente oportunidade para as redes brasileiras. Oferece boas cidades com bons empreendimentos, tem um varejo mais profissionalizado e é aberto para novos conceitos, principalmente dos setores de alimentação, vestuário, calçados e beleza e saúde`, diz Camargo e completa: ` Naturalmente estamos falando de um mercado mais maduro e com maior concorrência, contudo apresenta um mercado consumidor maior e com melhor poder aquisitivo`. A ABF identificou 4 redes brasileiras com operação no país: Via Uno, O Boticário, Cantão/Redley e Carmen Steffens.


Participantes do seminário Brasil – África do Sul, organizado pela FASA e ABF no Sandton Sun Hotel

Da mesma forma como fez com o governo de Moçambique, a ABF ofereceu para a FASA um estande na edição 2011 da ABF Franchising Expo, como forma de apresentar os conceitos sul africanos e também prospectar oportunidades de franquias brasileiras.

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