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18/11 – Tendências e desafios do setor são discutidos durante coletiva

18/11/2010

Durante o segundo dia da Convenção ABF do Franchising o presidente da ABF Ricardo Bomeny e o diretor executivo Ricardo Camargo deram uma coletiva de imprensa para falar sobre os desafios e tendências do setor para o próximo ano. Cerca de 10 jornalistas convidados participaram do encontro e puderam tirar suas dúvidas sobre o sistema.


                                                                                                                   Foto: Edu Feijó

Além de apresentar os números de crescimento de redes, unidades e faturamento em 2010 e expectativas para 2011, Bomeny e Camargo falaram sobre os projetos da ABF, como o acordo bilateral com o MDIC – Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio, cujo objetivo é fortalecer a presença do franchising na agenda de eventos internacionais, e no desenvolvimento de estratégias voltadas para o mercado brasileiro nos eventos esportivos de 2012 e 2016. Segundo o diretor executivo, com o acordo o franchising passa a ser um setor essencial dentro das metas do governo.


                                                                                                                   Foto: Edu Feijó

Os executivos comentaram ainda sobre as tendências do setor para 2011. Segundo eles devem continuar fortes os segmentos de escolas de idiomas e turismo e hotelaria, devido à vinda dos eventos como a Copa do Mundo e Olimpíadas, e também o setor imobiliário, em conseqüência do boom imobiliário gerado por programas de habitação desenvolvidos pelo governo federal, além das microfranquias – franquias com investimento baixo, de até R$ 50 mil reais, que podem ser tanto quiosques, como de serviços.

De acordo com o diretor executivo, o crescimento econômico do Brasil e o conseqüente aumento do poder de consumo da classe média refletem diretamente no crescimento das vendas das franquias. `Os segmentos de alimentação, roupas, calçados e acessórios pessoais tem alavancado devido a essa nova parcela de consumidores, pois o que antes era tido como luxo ou supérfluo passa a ser objeto de desejo`, destacou Camargo. Para Bomeny, o desenvolvimento da construção civil, com a criação de novos shoppings, galerias e espaços comerciais deve alimentar ainda mais o fluxo para o surgimento de novas redes. `Há uma tendência dos shoppings em direção ao interior do Brasil`, concluiu.

 

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