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De estagiário à proprietário de uma franquia de intercâmbio

02/04/2019

Franquia de Intercâmbio

O mercado de intercâmbios vai muito além de ativos puramente financeiros, temos histórias de superação, crescimento pessoal, financeiro e de pessoas que encontraram na educação internacional o que sempre buscavam… o sucesso. Mesmo sendo algo puramente relativo, histórias de sucesso tem sempre um fator em comum, o equilíbrio e a realização encontrada na felicidade de viver do que se faz. Na ETC por exemplo, temos inúmeros cases, um deles é o do nosso diretor da unidade ETC Belo Horizonte, Diogo Jansen. Confira abaixo a trajetória do nosso franqueado por suas próprias palavras:

Em dezembro de 2008, no terceiro período da minha faculdade (Turismo, na UFMG), resolvi fazer um intercâmbio. Seria uma experiência de 3 meses nos Estados Unidos. Foi ali que eu percebi que o quanto aquilo era interessante. Se foi importante para mim, porque não ajudar a proporcionar isso para outras pessoas?

Fiquei com isso na cabeça durante um tempo. Mas apenas em outubro de 2010, resolvi que começaria a descobrir um pouco mais sobre esse mercado. Faltando pouco mais de 1 ano para me formar, fui atrás de um estágio, e consegui em uma agência bem reconhecida no mercado de intercâmbios. Meu estágio se iniciou no mesmo mês. Foi uma experiência onde pude conhecer diversos programas, lidar com clientes, conhecer processos e as variáveis desse setor. Após minha formatura (final de 2011), recebi o convite para a efetivação, mas recusei, pois iria partir para um novo intercâmbio, na Inglaterra.

Como já sabia que queria atuar nesse mercado, aproveitei para conhecer as escolas locais e também algumas agências referências na Europa. Perto do meu retorno encaminhei meu currículo para diversas agências. A primeira a me responder de volta foi a ETC. Fiz uma entrevista de emprego por Skype (eu na Bélgica e a equipe em Belo Horizonte), e de lá recebi a notícia positiva. Voltei e com apenas uma semana no Brasil, estava atuando como consultor de intercâmbio na ETC Belo Horizonte como profissional efetivo – o melhor que eu poderia ter feito. Empresa bem estruturada, sólida, com uma equipe organizada, sincronizada e com muita vontade de crescer.

Mas outros convites começaram a surgir e, um deles, me chamou muita atenção. Um antigo conhecido meu do mercado iria abrir a própria agência e me chamou para ser seu “braço direito”. Era a oportunidade de conhecer ainda mais a fundo os processos. Topei a proposta, saindo da ETC (mal sabia que seria um “até logo”), para embarcar nessa nova etapa. Foi uma experiência que me deu um conhecimento de detalhes, pois eu fazia todas as funções comerciais da empresa (vendas, contatos com escolas, estabelecimento de parcerias, prospecção, ida a eventos, matrículas…). Me capacitei para isso, buscando cursos específicos para profissionais de intercâmbio além de fazer um MBA em gestão de negócios para agregar conhecimento de gestão.

Essa experiência durou de 2013 até meados 2014, quando decidi que era hora de deixar o negócio, pois eu tinha minhas ideias que gostaria de executar em novos ambientes.

Para minha grata surpresa, 1 mês depois a ETC me contatou novamente. Dessa vez seria para o ocupar a posição de supervisor de intercâmbio na unidade de Belo Horizonte. Não teria oportunidade melhor. Voltei com mais experiência, maturidade e conhecimento. Dei sequência ao trabalho, conduzindo a unidade com excelentes resultados – sempre com o apoio de um Headoffice e uma equipe estruturada. O crescimento, mesmo em anos de crise, foi significativo e importante.

No final de 2015 o então diretor e proprietário da unidade de Belo Horizonte me convidou para almoçar e falou que iria sair do mercado. Para isso, pensou em mim para substituí-lo. Nesse momento passamos por conversas e negociações que duraram meses até que em março de 2016 me tornei oficialmente diretor e proprietário da unidade Belo Horizonte. Hoje ao analisar minha trajetória devo todo sucesso ao foco, capacitação e energia dedicadas aos momentos profissionais. Além disso, tinha a tranquilidade que estava lidando com uma empresa organizada, que tem a mesma vontade de crescer e de sucesso que tenho e me permite um diálogo sincero de ideias e sugestões entre as pessoas que fazem parte da engrenagem – e que são reconhecidas por isso.

Em uma linha de tempo, foram menos de 5 anos entre ser um estagiário no mercado e me tornar diretor de uma empresa. Um crescimento rápido e surpreendente, mas que foi possível por ter tomado as escolhas certas e estar junto das pessoas certas em momentos decisivos.

São histórias como a do nosso diretor Diogo Jansen que nos provam que estamos no caminho certo ao lado das pessoas certas.

 

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Por Portal do Franchising