Mary Help: a primeira rede de franquias especializada em diaristas no Brasil celebra seis anos de existência

13/03/2017

A rede de franquia Mary Help conta como é possível crescer de forma sólida em um mercado altamente competitivo A Mary Help, primeira rede de franquias do Brasil com unidades que administram equipes próprias de diaristas para serviços em residências e empresas, iniciou sua operação em 2011 em São José do Rio Preto. Adicionalmente, a […]

A rede de franquia Mary Help conta como é possível crescer de forma sólida em um mercado altamente competitivo

A Mary Help, primeira rede de franquias do Brasil com unidades que administram equipes próprias de diaristas para serviços em residências e empresas, iniciou sua operação em 2011 em São José do Rio Preto. Adicionalmente, a rede oferece serviços de terceirização de mão de obra e realiza processos seletivos para os clientes residenciais e empresariais que querem encontrar e registrar diretamente em sua folha de pagamento empregados mensalistas.

Devido ao grande sucesso que a Mary Help fez no primeiro ano de atuação, a empresa entrou para o ramo do franchising. “É muito gratificante ver que a nossa proposta de negócios foi amplamente aprovada pelos clientes, pelas profissionais diaristas e também por diversos franqueados que acreditaram em nosso modelo e abriram franquias em todo o Brasil.  O modelo foi tão bem, que dois anos depois, após aprovação da PEC das domésticas, foi copiado por outras redes de franquias e diversas outras modalidades de empresas de serviços, que direta ou indiretamente, concorrem com a rede Mary Help”.

A rede foi criada a partir da percepção de que o modelo antigo de trabalho doméstico, com empregadas que permaneciam por anos nas mesmas famílias, estava em extinção.  Isso foi comprovado por pesquisas profundas realizadas pelo IPEA no período de 1999 até 2009 e publicadas em 2011.

As empregadas domésticas recebiam salários muito baixos e em média apenas 30% delas tinham registro em carteira (variando de 12% nos estados das regiões N e NE a 40% em alguns estados das regiões S e SE).  As antigas domésticas não estavam mais deixando herdeiras – isto é: a faixa etária das profissionais que trabalhavam no setor estava aumentando, pois suas filhas, agora com mais educação, não estavam querendo seguir a profissão de suas mães.   Além do envelhecimento da “categoria” muitas profissionais estavam optando pelo trabalho como diaristas para aumentar um pouco sua renda mensal ou para reservar um ou mais dias da semana, para se dedicar aos seus assuntos pessoais.

Percebendo essa tendência, a Mary Help foi iniciada objetivando colocar profissionalismo em um setor completamente informal, até então e para aproximar as partes: quem queria trabalhar e quem precisava contratar. A proposta de uma empresa que trabalhava com equipes próprias de profissionais selecionadas, treinadas e uniformizadas foi amplamente aprovada pelo mercado.

Após a promulgação da PEC das domésticas em maio de 2013, houve um aumento no número de diaristas em detrimento do trabalho de profissionais mensalistas, o faturamento das unidades Mary Help cresceu em 30 a 40%.  Embora a lei tenha sido aprovada e promulgada em maio de 2013, a regulamentação completa da lei veio quase dois anos depois.

Para José Roberto Campanelli, criador da Mary Help, a concorrência nunca foi um problema. “Concorrência é sempre bem-vinda, pois ajuda a abrir o mercado e obriga as empresas do setor a se profissionalizarem cada vez mais, em benefício dos clientes que as contratam. Hoje as maiores concorrentes são as diaristas que são contratadas diretamente pelos clientes que ainda não se renderam às facilidades de contratar através de uma empresa como a nossa, com praticidade e segurança”.

A rede Mary Help mantém a seriedade tanto com os clientes quanto com as diaristas e se preocupa em tomar medidas práticas para crescer de forma sólida e consistente. Para o idealizador de um negócio pioneiro no Brasil, a atitude de seu criador foi de operar durante quase um ano com apenas uma loja própria, aprendendo com os próprios erros e checando a reação do mercado à proposta.

Com o sucesso inicial obtido, passou a vender franquias, mas sempre evitando o crescimento muito rápido e desordenado, sem poder dar assistência às unidades abertas.  “Há muitas redes de franquia que visam só o crescimento rápido e o seu tamanho, negligenciando o bom atendimento aos franqueados e aos clientes das unidades.  Essas redes iniciam seus negócios sem ter uma loja piloto e sem sequer ter experiência na área.  O resultado disso é um “vôo de galinha”, ou seja, a rede cresce muito e depois tem uma grande quantidade de unidades fechadas.  Durante os mais de cinco anos de existência da rede, a Mary Help nunca deixou de se aperfeiçoar e evoluir, em linha com as melhores e mais recentes práticas do mercado.” complementa Campanelli.

Hoje a rede esta presente em todas as regiões do Brasil e conta com mais de 60 unidades em operação. A Mary Help gera atualmente dois mil empregos e realiza por mês cerca de 14 mil diárias. “Considerando que para cada pessoa diretamente ligada ao negócio temos três ou quatro na família, podemos dizer que atualmente oito a 10 mil pessoas no Brasil vivem da renda obtida com o negócio.  Nesse sentido a Mary Help cumpre um importante papel de inserção social, já que sem a nossa intermediação, muitas profissionais diaristas teriam dificuldades em encontrar trabalho e muitos empreendedores encontraram na franquia uma alternativa aos empregos formais”, conclui o Diretor da Mary Help.

Maiores informações: http://www.maryhelp.com.br/home

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