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Arte e amor aos animais inspiram história de sucesso da DrogaVET

13/02/2020

drogavet

Flávio Pigatto (45), sócio-fundador da DrogaVET,  rede pioneira em manipulação veterinária no país, é um empreendedor desde a infância.

Nascido na cidade de Rio Negro, no Paraná, ele afirma que sempre gostou de negociar, brincando de comprar e vender.

Ainda criança apresentava peças de teatro para os familiares e amigos e, de vez em quando, cobrava o ingresso e até vendia suco para a plateia.

Sua peça favorita, “Os Saltimbancos”, uma semente do que estava por vir na sua vida profissional: a relação próxima e de amor profundo pelos animais.

Formado em Direito, Flávio diz que se apaixonou pelo franchising devido à dinâmica da advocacia.

“Nunca me vi, por exemplo, fazendo carreira pública. Sempre vi a advocacia como parte de algo maior e, na DrogaVET, sou responsável pela expansão, com o intuito de multiplicar o efeito do empreendedorismo”, detalha.

A DrogaVET surgiu da grande vontade de Flávio e de sua esposa, Sandra Schuster, em ter o próprio negócio.

Na época, os dois moravam em cidades diferente, ela em Curitiba e ele em São Paulo.

Sandra tinha vendido sua participação em uma farmácia e Flávio era consultor de um escritório jurídico.

Durante uma semana em que trabalharam juntos prestando consultoria na mesma cidade, eles começaram a pensar sobre o novo projeto.

Sandra também dividia o amor pelos animais. O cocker spaniel, batizado de “Pancho”, era seu companheiro, um pet bem agitado que, às vezes, precisava de remédios para se acalmar.

Farmacêutica de formação, Sandra percebeu a carência do mercado de soluções palatáveis que facilitassem a hora de medicar os animais e começou a pesquisar e a preparar biscoitos com sabores de picanha, chocolate, salmão ou framboesa para o cocker spaniel saborear e engolir os remédios, inseridos nesses petiscos, sem transtornos.

Dada a área de atuação de Sandra, o casal começou a pensar em uma farmácia de manipulação.

Ao pesquisar o mercado da grande Curitiba, encontrou cerca de 100 unidades na região, porém todas voltadas à manipulação humana.

Foi quando veio o “estalo”.

Por que não pensar em manipulação veterinária? Não encontramos nada parecido na região e logo vimos que seria um bom caminho. Foi assim que, em 2004, surgiu a DrogaVET.

Segundo Flávio, os primeiros anos não foram fáceis, porém em 2006 a farmácia começou a ir muito bem e a demanda tornou-se crescente, levando os sócios a analisar as possibilidades de crescimento.

Por sugestão de Flávio, perceberam que franquear a rede seria a melhor alternativa.

“Naquele momento, nós não tínhamos capital suficiente para crescer de forma orgânica, então após alguns estudos, verificamos que o ideal era  nos tornarmos uma rede franqueadora, de modo a identificar pessoas que dividem a mesma paixão que nós pelos pets e que, ao mesmo tempo, almejam ter o próprio negócio”, detalha Pigatto.

Assim em 2007, a DrogaVET se tornou, oficialmente, uma rede de franquias, inaugurando as duas primeiras unidades franqueadas, uma na capital paulista e a outra em Londrina (PR).

Para Flávio, o maior desafio em ser franqueador está no trabalho diário e sistemático de incluir  a cultura do medicamento manipulado no meio veterinário.

“Por mais que existam inúmeros estudos comprovando a eficácia, ainda existe uma certa resistência no mercado quanto ao uso dos manipulados.

Mas, ao longo desses anos de atuação, a DrogaVET vem trabalhando na construção e consolidação também de uma rede de veterinários que apoiam, incentivam e prescrevem o seu uso, dada a comprovação efetiva e a melhora expressiva de pacientes animais em diversos tratamentos, dos mais simples aos mais complexos”, pondera.

O franqueador dá dicas para aqueles que pensam em transformar seus negócios em franchising:

“Escolha muito bem os candidatos a franqueados.

O perfil tem que estar alinhado com os propósitos da rede. Não aceite o candidato que veja, na franquia, uma forma de enriquecer fácil ou como tábua de salvação.

Mesmo com toda a estrutura fornecida pela rede, é necessário que o franqueado tenha muita dedicação ao negócio”, enfatiza Pigatto.

Outra dica de Pigatto é ler muito sobre o assunto.

“Adoro ler sobre empreendedorismo. A história do Visconde de Mauá, por exemplo, traz muito do que a gente passou na DrogaVET.

Apesar de ser uma história antiga, a vida do empresário está descrita ali.

Na minha opinião, ele foi um dos maiores empreendedores do Brasil”, aponta.

Para o futuro da DrogaVET, Flávio promete um plano de expansão bastante agressivo e já dá os primeiros passos para a internacionalização da rede, com a inauguração da primeira unidade fora do País, em Portugal, prevista ainda para este ano.

“O maior desejo é cumprir nosso propósito: levar saúde animal e bem-estar para os animais, com o melhor custo-benefício aos tutores, dada a facilitação na hora de medicar, a economia ao empregar a dose certa no medicamento e a inovação do nosso processo de manipulação, com equipamentos de alta tecnologia e precisão.

Além disso, temos como objetivo manter a rede saudável e sustentável, atraindo candidatos que coadunam com nossos propósitos, passando para o meio da gataria, à luz da lua e cantando como os Saltimbancos, felizes com os desafios de sua independência ao irem, corajosamente, para a rua”, finaliza o executivo.

Sobre a DrogaVET

Foi em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade aos animais que, em 2004, surgiu a DrogaVET.

Atualmente a rede possui 50 unidades, sendo 46 franquias -4 delas em implantação- e 4 unidades próprias (Curitiba, Joinville, Balneário Camboriú e Florianópolis).

O investimento inicial de uma franquia padrão da rede, para cidades com mais de 500 mil habitantes, é  a partir de R$ 350 mil e, em regiões com até 500 mil habitantes, no formato compacto, parte de R$ 250 mil.

 

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